![]() Apelido: Cal Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: Artilheira Objeto Especial: Minha varinha, símbolo que sou bruxa! Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas... Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta tenção. Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa. Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita ![]() Apelido: Não tenho Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: Artilheira Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos! Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós. Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis. Personalidade:Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva. Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien. ![]() Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele. Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom) Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família. Desilusão: ser menosprezado por suas origens. Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe. Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões. Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela). ![]() Apelido: ---- Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Batedora Objeto Especial: Livro de pensamentos Desilusão: Me tratarem como o bebe da família Aparência: Rapariga alta (talvez a mais alta de Hogwarts), de cabelos compridos no seu castanho bem claro, tom de pele moreno e olhos castanhos, como não gosta da saia do uniforme, usa sempre botas, diz que não gosta que lhe vejam as pernas. Personalidade: Personalidade orgulhosa e doce ao mesmo tempo, corajosa, sempre pronta a uma partidazinha qualquer pessoa, principalmente à Helena Syndar, da Corvinal, a tipa mais emporoada que já conheceu, tem a mania de falar pelos cotovelos e era bem capaz de ir até ao fim do mundo para salvar o seu querido gato Zeus. Animal de Estimação: um grande gato preto chamado Zeus. ![]() Apelido: Juli Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro". Objeto Especial: A pena, presente da mãe. Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa. Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri. Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo. Animal de Estimação: um gato chamado "Miau". ![]() Apelido: Nari Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Artilheira Objeto Especial: Uma adaga de cristal, encontrada em um cofre sob sua casa. Desilusão: Sempre ter sido considerada excêntrica por sua família materna, por causa de seus devaneios repentinos que são quase visões, embora ela não seja vidente. Aparência: Cabelos louros, compridos e meio ondulados, olhos verdes claros e parecendo sempre estar sonhando acordada. Personalidade: É uma garota esperta, astuta e sabe raciocinar bem sob pressão, ao contrário de muita gente. Desde pequena sofre de alguns desmaios acompanhados de flashes, como visões - embora já tenha sido confirmado que a garota não é vidente - mas que, de algum tempo para cá, têm sido úteis. Socialmente, Nari tem espírito forte e competitivo, e sonha em comandar o time de Quadribol da Corvinal. Animal de Estimação: Amber, uma coruja negra de olhos dourados. ![]() Apelido: Lud Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Batedor Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe. Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros. Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis. Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto. Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves femea chamada Mandy. ![]() Apelido: Não tenho apelidos, na verdade os detesto. Idade: 15 anos Ano Escolar: 5ºano Posição no Quadribol: Não jogo...Prefiro a platéia. Objeto Especial: Uma capa de invisibilidade, ganhei de aniversário dos meus avós. Desilusão: Hogwarts aceitar sangues-ruins. Aparência: É um pouco mais alta que as meninas em comum, tem a pele muito branca, chegando a ser um pouco pálida. Cabelos castanhos, lisos e abaixo do ombro, olhos castanhos claros que mostram um ar de superioridade. Personalidade: É uma garota muito orgulhosa e cheia de si. Dificilmente assume seus erros e é meio mandona. Rebelde, fala o que quer, e sem pensar. Tem um jeitinho meio louco, e um pouco preconceituoso. É amiga de todos, que segundo ela merecem e odeia falsidade. Dificilmente retorna a amizade com quem a trai. Tem um gênio meio difícil, apesar de ser meio calada. Gosta de conviver com pessoas que pensem iguais a ela. Se for amigo de Asheley, pode contar com ela pra qualquer coisa. Animal de Estimação: Uma gata meio amarelada chamada, Lua. ![]() Apelido: Todos me chamam de Lola. Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Prefiro assistir. Objeto Especial: Um porta-jóias que ganhei do meu avô quando fiz dez anos. Desilusão: Ter perdido meu avô. Aparência: Magra, altura mediana, cabelos louros-avermelhados e levemente enrolados, olhos azuis claros. Personalidade: A primeira coisa que se sabe sobre Lola é que ela é mimada. Tem todas as características de uma garota que sempre teve tudo. Ser filha única influencia mais ainda essa parte de sua personalidade. Além disso, ela gosta de se dar bem, não importa o que ela tenha que fazer para isso. É muito egoísta, não gosta de perder e nunca assume que errou. Sempre tenta jogar a culpa nos outros. Em Hogwarts, Lola encontrou mais pessoas como ela, e mantém amizade com essas pessoas, de quem realmente gosta. É apegada aos amigos e vive de aparências. Está sempre linda e perfeita. Mantém no rosto um ar superior, de quem sabe que o que quer consegue. Perfeccionista como a mãe, Lola se cobra demais, tem sempre que ser a melhor em tudo. Animal de Estimação: Um gato branco e peludo (persa) chamado Bubbles. ![]() Apelido: Max Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: Batedor Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim? Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior. Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro. Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!) Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris. ![]() Apelido: Andy Idade: 15 anos Ano: 5º ano Quadribol: Apanhador e capitão do time. Objeto especial: Uma capa da invisibilidade. Desilusão: Ter uma irmã na sonserina. Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca. Personalidade:Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto. Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.
*Pensamentos de Callista *Liv Dreamer *Mansão Ludwig
*Magic Spell *Magic Story *Accio Cérebro
*Bruxo Potter *Expresso Hogwarts *Os Corresdores de Hogwarts *Planet Hogwarts *Amy Waters *Diário da Hillary *Serena Parks *Amy Morgan *A Penseira de Arwen Potter *Accio Dolls
![]()
Setembro-2005 Agosto-2005 Julho-2005
Magic Past |
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quarta-feira, 28 de setembro de 2005 |
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Acordei logo de manhãzinha com o Zeus (meu gato)
rebolando-se nas minhas pernas. :: Enviado por Renan - 10:52:37
:: |
terça-feira, 27 de setembro de 2005
Eu ganhei essa linda doll da Meri do Expresso. Muito linda,
obrigada Meri!! 
:: Enviado por * - 19:39:42 ::
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segunda-feira, 26 de setembro de 2005
O ano já começara movimentado, pensava Juliet durante o café da
manhã. Nem conseguira dormir direito, que dirá arrumar suas coisas. Por isso,
ela estava somente com um rolo de pergaminho e a pena na bolsa de material, ao
invés das diversas anotações das férias e vestida com a primeira veste que
achou.
Enquanto se alimentava ela recordava da noite anterior. A
amiga do 5º ano desmaiara no banquete do dia anterior, Juliet tentava abrir
espaço e erguer Nariman ao mesmo tempo.
A voz preocupada do capitão do
time da Corvinal, que conseguira aproximar-se depois da segunda queda, se faz
ouvir atrás dela:
- Enfermaria? o rapaz já sacando a varinha das
vestes.
A quartanista confirma com a cabeça, atenta a qualquer reação da
amiga. - Gente dá pra abrir um espaço? Ou eu vou ter que abrir na marra?
A movimentação em resposta ao pedido da corvinal foi mínima. Ainda
tentava convencer os alunos mais próximos quando ouve o feitiço executado às
suas costas:
- Mobilicorpus
Olhando para onde a voz havia
vindo ela vê Nariman se erguendo, ainda inconsciente, ao comando do irmão de
Callista Graham.
Tinha tanta gente em volta ..... irritada com a
curiosidade estática dos colegas resolveu usar um feitiço que achara num velho
livro durante as férias para afastar o grupo de curiosos. O redseaslow
felizmente dera certo e afastara as pessoas do caminho até a ala hospitalar do
colégio sem ferir ninguém.
Preciso anotar esse
efeito depois ... Com um rápido sorriso para si mesma, Juliet embrulha
dois doces para a amiga em um guardanapo. Engolindo apressadamente o restante do
suco, ela levanta-se da mesa.
- Horários Ao
seu lado, um pergaminho é estendido, que ela pega e guarda na bolsa praticamente
vazia.
- Poderia me dar o de Nariman McGollon, 5º ano
também? Pode deixar que eu entrego. pede com um sorriso à entregadora.
Ela interrompe a distribuição dos horários por um momento: - A do desmaio?
A contragosto com a forma de
tratamento, Juliet confirma. A monitora reflete por um momento e entrega o outro
pergaminho a garota.
- Obrigada! diz
afastando-se da balbúrdia em torno dos horários.
Tinha uma visita a
fazer antes que a aula começasse.
* Por: Juliet Dorthly
:: Enviado por * - 11:00:15 ::
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sexta-feira, 23 de setembro de 2005
A manhã nascera cinza de nebulosa. Stephen jazia deitado em seu
dormitório nas masmorras, se por todo o castelo era frio, nas masmorras era mais
ainda.
Levantando-se realmente sonolento com pijamas de seda roxo com o
brasão da familia Ludwig bordada no peito, na perna deira da calça e na pantufa,
Stephen caminhou cambaleando até o banheiro. Lá se olhou profundamente no
espelho. No reflexo mostrava um sonserino cansado de uma longa viagem a Hogwarts
e de uma grande refeição a noite. O mesmo mostrava-se indiferente quando no
banheiro entrara um outro sonserino.
-Bom dia,
Lestrange. Fez uma boa viagem?-Perguntou sonserino educamente para o
garoto que também se olhava no espelho.
-Pessima, eles pensam que nós
somos oque? Deveriamos ter uma cabine vip ou coisa do tipo. A minha cabine não
parou de balançar e ainda fui obrigado a dividi-lá com uma amarelada sangue
ruim.
-Se estivesse em seu lugar, chutaria ela
para fora.-Disse na maior calma possível.
-Não, foi mais
divertido ve-lá sofrer a viagem inteira. Snape procurou você por todo o vagão,
mas não lhe encontrou. Onde estava? -Questionou Lestrange.
-Snape é tão burro que certamente não veria nada a um palmo dele,
ainda mais com aqueles cabelos lindos sobre os olhos deles...-Terminou
Stephen arrancando risos de Nott.-Bem, se me da licença, vou
descer para tomar café.
-Toda
O sonserino
encaminhou-se até o malão e trocou seus trajes de dormir por vestes esverdeadas
de sua casa em Hogwarts. O dormitório masculino ainda contava com roncos baixos
de seus integrantes jaziam ali. Em contrário, o salão principal estava repleto
de alunos falantes de todas as casas. Stephen olhou rapidamente para a mesa dos
professores e seus olhos encontraram com o do direitor Alvo Percial Dumbledore,
Stephen não morria de simpatias pelo diretor pelo fato dele aceitar tais tipos
de pessoas em sua escola, mas como ele sabia, ele era o diretor, poderia fazer
que quiser ali, então deu-lhe um breve aceno de cabeça.
-Aqui
está-Disse uma voz feminina as suas costas e lhe entregando um pergaminho
com letras espessas e bem definidas intitulada como HORÁRIO.
-Não acredito que ainda mantém essa história de manterem aula
conjunta com as outras casas, falo pelo fato da lufa-lufa, a casa que mais
disponhe de alunos sangues ruins, realmente uma escória de
Hogwarts.-Comentou Stephen para o seu pergaminho, que certamente não o
respondeu, embora o sonserino parecia esperar algo, pois não desgrudara os olhos
dele até a entrada de milahres de corujas de todas as cores pelas pequenas
janelas do salão principal, entre elas estava Mandy, uma linda coruja das neves
que continha um laço roxo brilhante no pescoço com o brasão da familia Ludwig.
-Mandy, oque me trouxe hoje?-Perguntou Stephen
retirando uma caixa das patas da coruja que após bicar uma torrada que estava
caida na mesa vôo para fora do castelo.-Profeta Diário, carta
de casa, caixa de doces, uau minha familia está me saindo melhor doque
encomenda. Vejamos...-Disse abrindo a carta.
"Stephen,
estamos decepcionados com você mocinho. Sair daquele jeito sem esperar eu ou
seu pai para levarmos você e o seu irmão para a estação King Cross. Imagine o
susto que levamos quando Hillary - a elfa fedorenta - nso avisou que você já
havia partido? Vamos conversar sobre isso quando voltar para casa no Natal.
Mandei para você chocolates Wonka, pirulitos gelados com gosto de sorvete de
caramelo e feijõezinhos de todos os sabores ( a caixa especial que so tem
sabores bons), enfim, os seus prediletos.
Tenha calma com seu irmão e fique
de olho nele.
Com amor,
Julianne Perkins Ludwig - mamãe"
Stephen olhou ao lado, pegou sua varinha e colocou fogo na carta e se
virou para a caixa de doces e o Profeta Diário, não tinha pressa nenhuma em
falar com seu irmão John.
Postado por: Stephen Ludwig
:: Enviado por * - 18:59:58 ::
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quarta-feira, 21 de setembro de 2005
O banquete corria normalmente. Cada buraco vazio do Salão
Principal era preenchido por uma grande quantidade de conversas altas, onde
todas as férias haviam parecido render mais do que o tempo concebido. O período
sem aulas de uma garota, em particular, não fora assim tão surpreendente.
Ela se encontrava sentada à mesa da Corvinal, escutando atentamente as
palavras ditas por uma garota também loura, mas com olhos azuis e uma pele muito
clara. Juliet Dorthly contava com detalhes como passara o tempo fora da escola,
enquanto Nariman McGollon ouvia, pensativa.
...
Nari?, uma voz centralizou-se na sua mente. Acorda para a vida, menina, passe-me a jarra de
suco!
Ah, desculpe-me, Juli, estava em outro mundo,
explicou-se Nari, balançando a cabeça e segurando o braço do recipiente para
entregá-lo à amiga.
Antes que completasse o gesto, um flash de
luz desfocou tudo à volta da garota. A última coisa que pôde ouvir antes de tudo
ficar preto fora o barulho de vidro se espatifando no chão. Qualquer ruído que
viera depois disso não foi captado pela mente de Nariman.
O que antes era um
salão cheio de gente alegre, falando alto e barulhos de talheres, copos e
pratos, agora se transformara em um corredor pouco iluminado, o chão de pedra
parecendo úmido, as luzes verdes dançando fantasmagoricamente em seu reflexo na
parede oposta. A garota se postava em uma extremidade do corredor, enquanto
enxergava silhuetas no final da outra, formas que andavam em círculos e
gesticulavam.
Uma armadura próxima serviu de esconderijo quando duas sombras
foram reconhecidas como pessoas ao se aproximarem do lugar onde Nari estava. Ela
escutou o máximo que pôde da conversa, captando frases soltas e sem sentido.
... meu pai disse que sabe que vai valer a pena.
Você sabe, agora que ele parece estar forte...
... eu soube disso, minha família também está nessa. É verdade
que vão colocar pessoas espionando? Aqui, por exemplo?...
Isso posso afirmar. A coisa parece séria agora, e
Hogwarts seria o primeiro lugar em que iriam apostar. Pelo menos foi o que
entendi da conversa de alguns amigos do meu pai...
Tão rápido
como começou, a cena terminou no mesmo flash cegante e um céu enfeitiçado
entrou em foco. Nariman forçou a vista e mexeu os braços, para depois perceber
que estava estirada no chão do Salão Principal, a jarra de suco de abóbora
estilhaçada ao seu lado. Juliet debruçava-se sobre ela, a expressão muito
preocupada; mesmo assim, um esboço de compreensão ainda passeava pelas feições
da menina mais nova.
Nari, ao ver um gesto de Juli que dizia "É isso
mesmo que eu estou pensando?", assentiu e piscou os olhos demoradamente.
Apenas quando voltou a abri-los, notou todas as pessoas que se amontoavam em
volta dela. Mais à frente, uma Renan igualmente preocupada se espremia no meio
da multidão para chegar até à amiga.
Outra
vez?, perguntou a ruiva, simplesmente.
Outra vez.,
respondeu a loura, e desmaiou de fraqueza.
:: Enviado por Nari McGollon - 22:24:00
::
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segunda-feira, 19 de setembro de 2005
O salão estava cheio e os alunos esperavam a entrada dos alunos
do 1º ano que seriam sorteados para as suas casas. Todo ano era a mesma coisa,
entrava vários rostinhos assustados ou sonhadores, todos pensando em que casa
ficariam.
Callista se perdeu nos seus pensamentos se lembrando do
nervosismo quando sentou no banquinho e esperou o chapéu seletor se decidir.
Quase explodiu de felicidade quando ouviu ele gritar "Grifnóra". Ela saiu de lá
sorrindo para o irmão na mesa da Corvinal, mesmo sabendo que ele a queria com
ele, ela não era tão estudiosa assim para ficar lá.
A grifinória foi
acordada de seus devaneios pelos aplausos do primeiro aluno que se dirigia para
a mesa da Casa dos Leões e a bagunça que se fazia a cada escolha. Houve uma
grande pausa quando foi anunciado o nome Black, Regulo. Quase metade da mesa
grifinória olhou para Sirius e viu o rosto de decepção ao ver o irmão mais novo
se dirigir para mesa da Sonserina. Ele não ficou triste tanto tempo, pois muitas
garotas,inclusive de outras casas, foram até ele consolá-lo.
- Assim ele nem tem tempo de ficar triste. Até meninas da sonserna?
Ele temo quê? Mel? - Cal falou pra si mesma e nem reparou que tinha
falado alto até ouvir uma resposta ao seu lado.
- Eu
diria que mel é até pouco. Seria uma mistura de qualquer sabor que uma garota
goste, porque todas gostam. - Remo estava ao lado da grifinória de olhos
violetas e ria do comentário dela. - Você reparou o nosso novo
professor de Defesa Contra Artes das Trevas? Quanto tempo será que ele irá
durar?
Antes que a jovem respondesse ao colega de casa, o diretor
começou o seu discurso de boas vindas. Ele apresentou o professor Tiberius Ogden
que preferiu não fazer discurso e sorriu ao ver os rostos aliviados dos alunos
que começavam a fica com fome e esperavam o banquete começar. Com uma ordem do
Profº Dumbledore as mesas se encheram de comida e todos sorriam felizes com seus
estômagos sendo saciados.
Conversando animadamente com Remo Lupin,
Callista não percebeu que a hora do jantar estava passando até sentir o olhar do
seu irmaõ nas suas costas e virar para vê-lo. Ele a lembrava que deveria ir para
enfermaria, algo que ela sabia mas estava preferia esquecer. Se despediu do
amigo e se levantou indo em direção a porta.
Já do lado de fora ouviu
alguém a chamar.
- Me espera, vou com você. Afinal
quero saber o que conversava com o Lupin. - Seu irmão não mudava o
discurso. - E também, sabe que não pode andar sozinha após
tomar a poção.
- Sabe Tim, um dia você vai ter
que se acostumar com a idéia de que eu vou namorar alguém. Mas obrigada por me
acompanhar e tomar conta de mim. - Ela implicava, mas adorava o fato do
irmão ser tão protetor.
O corvinal ficou calado ao ouvir a resposta da
irmã, não iriam começar a discutir novamente. Ao chegarem na enfermaria, Madame
Pomfrey já os estava aguardando, como fazia a 3 anos.
- Aqui está meu
bem. Tome aqui para eu ver se não haverá nada de errado e o seu irmão te
acompanha até sua Sala. Sinto muito srta. Graham, mas ainda não conseguiram
tirar o efeito colateral da poção.
- Eu sinto
falta de sonhar. - Cal olhava para baixo, com os olhos marejados. - Sei que é um pequeno preço a pagar para conseguir estudar e levar
uma vida normal, mas sinto tanta falta.
Tim a levou até o retrato
da Mulher Gorda, onde se despediu da irmã indo em direção a Sala da Corvinal.
Parada em frente ao retrato, ela se lembrou que não tinha pego a senha, mas foi
salva por um moreno que chegava sorrindo.
- Noite boa
Sirius? - Ela sempre ficou espantada como ele o Tiago chegavam a qualquer hora e
dificilmente eram pegos.
- Muito boa. Deixe-me ajudar a
senhorita. - E fazendo uma reverência exagerada ele disse a senha para
entrarem no Salão da Grifinória. - Vejo que a sua não está sendo tão boa,
seus olhos ainda estão vermelhos. Posso propor uma conversa boba até cair de
rir?
Cal se jogou em uma poltrona, não estava querendo dormir e um
bom papo com aquele rapaz brincalhão poderia melhorar o seu humor, fazendo ficar
mais leve o ano que estava por vir.
* Por Callista
RECADINHO BÁSICO:
O blog de fan fic Accio Cérebro mudou de
endereço. Agora é http://www.acciocerebro.com.br/.
Os outros links associados
também mudaram de endereço.
O Accio Dolls agora está em www.acciocerebro.com.br/dolls e o Accio Maker em
www.acciocerebro.com.br/dollmaker.
Eles também estão
selecionando candidatos para a Lufa-Lufa. Interessados, favor enviar coruja para
correiocoruja@acciocerebro.com.br.
:: Enviado por * - 10:12:22 ::
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sábado, 17 de setembro de 2005
Como sempre, o tumulto para descermos do Expresso Hogwarts e
irmos em direção às carruagens. A plataforma estava escura e os alunos do
primeiro ano, meio perdidos, obrigavam-nos a trombar neles, pedindo desculpas
pelos empurrões.
Alcançamos uma das carruagens, Cal, Andy e eu.
Estávamos quase entrando, quando ouvimos alguém gritando por nós.
- Iam
embora sem nós???
Eram Renan e Nari. Cinco pessoas, numa carruagem onde
cabem somente quatro. Andy, muito cavalheiro, despediu-se de nós, dizendo
"até mais tarde", para que as moças pudessem nos acompanhar. Via-se
estampada nos olhos do meu amigo a sua frustração por não poder desfrutar da
presença de minha amiga Callista por mais alguns minutos... Ele não admite, mas
eu sei que aí tem coisa. Conheço esse meu amigo como a palma da minha mão, ele é
como se fosse o irmão que não tive.
Enfim, embarcamos nós e rumávamos
aos trotes, em direção ao Castelo de Hogwarts.
As meninas falavam sem parar,
contando todas as novidades das férias e Cal contava que havia trazido presentes
para todas, enquanto remexia sua sacola. Por fim desistiu e achou melhor esperar
chegar no castelo para encontrar os presentes de dá-los às amigas.
Minha
barriga roncava e meu estômago parecia pregado na minha coluna, tamanha a fome
que eu sentia. Não devia ter sido tão econômica nas guloseimas...
Olhei para
o anel em meu dedo... era lindo... mas o que faria ele?
No mesmo
instante em que eu observava o anel, as meninas atentaram-se para ele também.
- Nossa, que maravilhoso! - disse Cal.
- É, foi presente da minha
mãe... ela disse que é uma espécie de "herança de família", que se passa de mãe
para filha há muitos e muitos anos, tantos que não se sabe quem foi a primeira
dona deste anel.
- E tem algum poder diferente? Digo, é um anel mágico? -
perguntou Renan.
- Não, acho que não... - menti, sem querer. Mas não queria
dar explicações sobre o que eu não conhecia. Sabia sim, que havia algo de
estranho e mágico naquele anel, mas ainda não descobrira o que seria. Então
achei melhor calar sobre isso e desviar o assunto...
- Pois o pobre do
Andy, onde será que ele se enfiou, já que não coube aqui conosco?
Cal
soltou uma gostosa gargalhada, e disparou:
- Espero que ele não tenha
que dividir a carruagem com nenhum daqueles sonserinos metidos a pavão!
Caímos todas na risada até quase perdermos o fôlego.
A carruagem
finalmente parou de trotar. Estávamos nos terrenos da nossa amada Hogwarts.
:: Enviado por Liv Spellman - 11:36:05
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segunda-feira, 12 de setembro de 2005
- Renan é mesmo você?
- Por
acaso a menina vê aqui mais alguém?
- Que saudade!! Como foram
suas férias, viajadas como sempre?
- Claro.
- Aonde foi desta vez?
- Nova
Zelândia.
- Que sorte! Já eu não fiz da de jeito.
- Não desanima, talvez eu para o ano te leve comigo.
- Está falando sério?
- Porque haveria de
brincar?
- De você espero tudo.
-
Exagerada.
Renan e Nari se riam. Trocando apenas algumas corujas no
Verão a saudades eram muitas e havia muito para contar.
- Já encontrou alguém. Liv, Kysen, Cal, Juli, Andy? Eu ainda não
encontrei ninguém. Gostava muito de falar com eles e encontrá-los de
novo.
- Não se preocupa. Logo que chegarmos você encontra
eles.
No resto da viagem continuaram falando, e Nari parecia muito
interessada no relato de Renan, que falava das maravilhosas paisagens da Nova
Zelândia e lhe mostrava uma mordidela de um peixe-aranha.
- Olha estamos
chegando. Acho melhor nos vestirmos. Não tarda o comboio vai parar. - avisou
Nari com algum nervosismo.
- Calma senhora
apressada.
Logo que acabaram de vestir os mantos o comboio parou.
Saíram correndo, sabiam que se não se despachassem, só encontrariam os
amigos no banquete.
Mas não precisaram de procurar porque logo os avistaram
a entrarem para as carruagens a caminho de Hogwarts.
Correram ao desvaneio
até eles procurando arranjar um lugar junto deles.
- Iam embora sem
nós? - disseram as duas.
- Claro que não. Entrem. -
disse Liv.
:: Enviado por Renan - 10:03:10 ::
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quarta-feira, 7 de setembro de 2005
Pra variar eles chegaram em cima da hora para pegar o trem e
Callista mal teve tempo de se despedir dos pais, pois seu irmão já a puxava
pelos braços para irem embora.
- Calma Tim, assim
você arranca meu braço. - Os dois entraram no trem e ela viu que vários
amigos do corvinal já andavam em direção a eles. Querendo evitar confusão, ela
dá um beijo no irmão e fala baixinho. - Como presente vou
sair antes deles chegarem e você nem precisa brigar com ninguém...
Ela amava muito o irmão, mas sabia que ele exagerava na proteção, como
se ela fosse de porcelana. Ela não era tão boa em feitiços quanto ele, mas
também não era uma burra. Perdida em pensamentos, Cal quase não ouve Juli chamar
por ela.
- Nossa Cal, você estava em que mundo?
- Oi Juli! - Ela abraçou a amiga. - Eu estava pensando no meu irmão e como sou ruim nos estudos.
- disse rindo.
- Você é tão exagerada. Vem, o
Sheik já está aqui no vagão nos esperando.
Quando elas entraram,
Kysen Horpais se levantou e beijou a mão da jovem grifinória. Para ela, ele era
um perfeito cavalheiro, o que deixava seu irmão mais chateado todas as vezes que
ela falava dele ou do Andy
- Você demorou para chegar, Pequena
Afrodite.
- Para variar cheguei em cima da hora.
Acho que sou um pouco enrolada com arrumação.
-
Um pouco? - Stephen Parott apareceu na porta. Estava procurando suas
amigas, mas viu os dois grifinórios e decidiu que iria se divertir um pouco
antes de continuar. - Você é uma negação em tudo, começando
pelo sangue. - Ele fechou a porta e seguiu.
- Aquele patife,
acha que pode te ofender na minha frente e sair assim? - Kysen já estava
saindo quando as duas garotas pararam na frente dele.
- Teremos muito tempo para isso no futuro. Ele ainda vai me chamar
de sangue-ruim várias vezes durante o ano.
- E
você fala isso com naturalidade. - Juli sempre brigava com a amiga sobre
esse fato.
- Não é naturalidade, mas já é costume.
Ele pelo menos fala na minha cara. Pior são os que falam nas minhas costas todas
as vezes que passo. - Callista sentou e suspirou.
- Pela cara, vejo que um sonserino mal educado pessou por aqui.
- Liv abria a porta do vagão sorrindo até a amiga! Ela sabia exatamento o
que se passava na cabeça da grifinória.
- Oiê! Já que
você chegou vou dar os presentes de todos já que fui lerda e não levei para O
Beco Diagonal para entregar para vocês. - Cal pega uma pequena sacola e
aponta sua varinha. - Engorgio!
- O que você comprou? Uma loja inteira? - Os três ficaram
espantados com o tamanho real da bolsa, havia muitos embrulhos lá dentro.
- Me chame de Mamãe Noel! Eu gosto de dar presentes!
E a viagem para o Oriente é tão interessante e tem tanta coisa legal pra
comprar.
- Mamãe Noel? O que mãe tem com dar
tantos presente assim? É uma mãe que gosta muito?
- É a esposa
do Papai Noel trouxa. Ele usam essa figura para dar presente no Natal trouxa.
Você deveria fazer a matéria de Estudos Trouxas.
-
Acho que vou pegar um livro seu e assim eu entendo com mais facilidade. Minha
grade de horário não permite mais matérias.
-
Cal, não precisava. Pra que tudo isso de presente pra mim? - Liv se via
afogada no meio de quatro embrulhos, pensando qual abrir primeiro.
A
garota não respondeu ao comentário e começou a entregar os da Juliet e do Kysen
também. E ficou feliz ao ver o rosto deles no misto de surpresa e felicidade.
Juli sorriu ao ganhar um lindo sari indiando feito da mais pura ceda, um
dragão de pelucia e um livro sobre os bruxos indianos. Kysen ganhou dois livros
sobre mitologia e uma mascara chinesa que volta e meia resmungava alguma coisa
em chines.
- Acho que vou ter que aprender chinês pra entendo o que
fazer com ela.
- Só não coloca no rosto. Ainda
tem o do resto do pessoal! E comprei esse aqui que achei a cara do Andy. Liv,
cadê ele?
- Não sei, ele combinou de se encontrar
com a gente na plataforma, mas até agora nem sinal... Deve ter se atrasado por
algum motivo.
Mal a garota acabou de dizer essas palavras, entrou
esbaforido no trem o rapaz de quem as meninas falavam. Ele olhava para os lados
procurando pelas amigas, procurando em todas as cabines.
Até que a porta
da cabine onde estavam as meninas se abriu e uma carinha branca de cabelos
castanho-claro e olhos cinzentos apareceu, sem mostrar o resto do corpo. Então
acabou de abrir a porta.
- Affe Andy, até que enfim, o
que aconteceu com você? - perguntou Liv, com cara de brava, no meio de um
monte de pacotes de presente.
- Não pude usar nenhum meio de
transporte usual, tive que vir de carro trouxa mesmo. Coisas do meu pai, disse
que dessa vez tinha que ser assim. E os carros trouxas não são como o Noitibus,
então ficamos presos numa fila de um monte de carros, que coisa horrível! Pensei
que iria perder o embarque.
Só então olhou para o restante das
pessoas e cumprimentou a todos, demorando mais o olhar na grifinória dos olhos
violeta. Ela se levantou para cumprimentar o rapaz e entregou-lhe um presente,
mais um dos muitos que ela havia trazido para todos. Ele abriu o pacote ali
mesmo e ficou radiante ao ver que se tratava de um pequeno dragão , que voava
rapidamente ao redor do garoto.
- Gostou,
Andy?
- Se eu gostei? Eu adorei! - respondeu sem saber se
admirava o dragão ou a garota que lhe dera o presente.
Enquanto isso,
Liv abria os pacotes e ficou apaixonada pelos presentes. Ela ganhou um espelho
mágico, um mini-tapete voador, uma boneca-diário de porcelana e um panda de
pelúcia.
- Sua mãe deve ter ficado furiosa com tudo o
que comprou... - Comentou Juli
Callista falou que não e começou a
contar como tinha sido a viagem e todas as novidades que viu e aprendeu. Eles
riam e falavam das suas férias e o que tinha acontecido de bom nesse intervalo.
Para supresa de todos, ainda estavam falando quando o trem apitou avisando a
chegada em Hogsmead.
* Por Cal, Liv e Andy
:: Enviado por * - 00:06:05 ::
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segunda-feira, 5 de setembro de 2005
O Sr. Dorthly veio escoltando a filha. A mãe vinha junto, com
um garotinho que começava a balbuciar as primeiras palavras:
- Miau! Diz
ele apontando para o gatinho que estava sobre as várias bagagens que o pai de
Juliet arrastava.
- É, é o Miau, Romeo! Diz de novo para o papai ouvir
diz... Pede o auror.
-Mi...miau! repete o guri, abrindo um sorriso
desdentado.
Juliet suspira. Eram tão raros esses momentos com todos
juntos...
- Sr. e Sra. Dorthly, como vão? Cumprimenta Nazira Horpais.
Vim ver o embarque do Kysen... Espero que o pré-lançamento não tenha dado
nenhuma dor de cabeça a vocês.
- Que isso, nenhuma! Respondeu o casal.
Enquanto os cinco adultos conversavam (os pais do grifinórios estavam lá
também), a corvinal confessa ao grifinório:
- É você
tinha toda a razão...
- Oi Juliet, é bom ver você
também... Diz mantendo uma distância respeitosa. - Em que
eu tinha razão?
Depois que todos se despedem, ela responde:
- Sobre a nossa aposta. Você ganhou, não consegui
batizar o gatinho que a sua tia me trouxe... Não é Miau? Pergunta,
acariciando o gato. - O que você vai querer que eu faça?
- É mesmo? Que bom... Bem, nada muito sacrificante,
sabe... começou ele, olhando ao redor, como se pensasse muito em o que
escolher de prenda.
- Então, você não vai querer que eu
te chame de Sheik como as meninas?
- Nossa como
você soube? Bem, não é tão ruim já que é só por um mês, começando de
agora... cochicha o rapaz, a última frase bem no ouvido da amiga.
- Tá bom, prometo que eu vou... tentar... Diz
ela, saindo correndo para arranjar um bom vagão.
* Por Juliet
:: Enviado por * - 13:58:21 ::
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sexta-feira, 2 de setembro de 2005
-Saiam da frente, saiam! Merlin quanto trouxa
reunido!
Bradava uma menina de cabelos castanhos, enquanto
empurravam algumas pessoas para chegar na divisa das plataformas 9 e 10.
-Talvez por que seja uma estação trouxa não?
-zombou uma outra garota de cabelos loiros que a seguia - Ta
nervosa ou é impressão minha? Oh esqueci que você nunca se altera. Sorriu
a loira.
- Não estou para gracinhas, Mary! Você não
acha que o simples fato dos meus pais arranjarem um compromisso do nada e nos
mandarem vir de "táx" sei lá como se chama, pra chegar aqui, e ainda ter de
agüentar esses trouxas imundos proliferando por toda parte e achando que nós que
somos "estranhos", não é pra se alterar?
A loira calou-se, sabia
que a prima não iria se conformar com qualquer coisa que ela respondesse.
Aproveitou a oportunidade que não tinha muita gente olhando e atravessou a
barreira, seguida pela menina de cabelos castanhos.
-Bom...Eu vou falar com as meninas...
-Pode ir, eu vou esperar a Lola e o Stephen.
A loira
sumiu numa pequena aglomeração de corvinais que riam escandalosamente de alguma
coisa. Impaciente resolveu esperar no trem mesmo os amigos. Escolheu uma das
ultima cabines e se acomodou nela. Já sentada, soltou sua gata e suspirou
baixinho.As férias tinham sido horríveis, e o ano letivo parecia apontar pra
isso também. Sua família agora raramente estava em casa, e ela passou
praticamente todas as férias com o irmão e os elfos domésticos. Rotina quebrada
quando sua prima aparecia por uma ou duas horas de vez em quando. Mas o que não
soava bem a garota era que os pais não davam afirmações concretas para suas
fugas repentinas, sempre inventavam desculpas que até ela podia elaborar melhor.
E ainda que seus avós paternos viajaram deixando as férias mais tediosas ainda.
Seus devaneios foram interrompidos quando um menino irrompeu pra dentro da
cabine.
-Edward? O que faz aqui? Sabe muito bem que eu
não quero que você viaje comigo! Interrogou a menina encarando o irmão.
-Calma! Só vim dizer que a vovó chegou do Egito, e
mandou uma coruja, mas como ela não te achou veio atrás de mim que ainda estava
lá fora. Ah... E ela mandou alguns presentes-falou o garoto entregando um
pacote para a menina-a vovó me deu uma pirâmide de vidro, mas
eu não sei pra que serve.
A garota rasgou o embrulho. De dentro
caiu uma sedosa capa junto com um pequeno bilhete. Pegou a capa e se levantou:
-Uma capa? Mas pra que eu quero isso?
-Eu não sei, ela disse na carta que era seu presente
de aniversário...
-Atrasado como sempre!
Riu a garota colocando a capa.
-ASH! V-Você
sumiu! Gritou o garotinho.
Ela retirou a capa rapidamente e
sorriu. Seu aniversário tinha passado há um mês, mas sua vó sempre se atrasava.
-Nossa que legal, uma capa de invisibilidade! E eu
com essa pirâmide inútil! Resmungou o rapaz.
-Já que ta tudo resolvido, presentes entregues etc e tal, pode ir
embora! Sorriu ela.
O menino saiu contrariado. Ash guardou a capa
com carinho no malão. Talvez as coisas estivessem começando a melhorar...
:: Enviado por Asheley Doyle - 14:54:42
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