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Este blog é uma fanfic coletiva inspirada no universo de Harry Potter, pertencente a J.K. Rowling, mostrando as aventuras paralelas de personagens originais, durante a sua permanência em Hogwarts. Os eventos do Magic se passam durante a epóca em que os marotos frequentavam Hogwarts.

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Perfil

Nome:Callista Graham
Apelido: Cal
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Minha varinha, símbolo que sou bruxa!
Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas...
Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta tenção.
Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa.
Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita

Nome: Liv Joanne Spellman
Apelido: Não tenho
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos!
Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós.
Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis.
Personalidade:Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva.
Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien.

Nome: Kysen Amoy Horpais
Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom)
Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família.
Desilusão: ser menosprezado por suas origens.
Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe.
Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões.
Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela).

Nome: Renan Watson McCartney
Apelido: ----
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedora
Objeto Especial: Livro de pensamentos
Desilusão: Me tratarem como o bebe da família
Aparência: Rapariga alta (talvez a mais alta de Hogwarts), de cabelos compridos no seu castanho bem claro, tom de pele moreno e olhos castanhos, como não gosta da saia do uniforme, usa sempre botas, diz que não gosta que lhe vejam as pernas.
Personalidade: Personalidade orgulhosa e doce ao mesmo tempo, corajosa, sempre pronta a uma partidazinha qualquer pessoa, principalmente à Helena Syndar, da Corvinal, a tipa mais emporoada que já conheceu, tem a mania de falar pelos cotovelos e era bem capaz de ir até ao fim do mundo para salvar o seu querido gato Zeus.
Animal de Estimação: um grande gato preto chamado Zeus.

Nome: Juliet Dorthly
Apelido: Juli
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro".
Objeto Especial: A pena, presente da mãe.
Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa.
Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri.
Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo.
Animal de Estimação: um gato chamado "Miau".

Nome: Nariman Wendel McGollon
Apelido: Nari
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Uma adaga de cristal, encontrada em um cofre sob sua casa.
Desilusão: Sempre ter sido considerada excêntrica por sua família materna, por causa de seus devaneios repentinos que são quase visões, embora ela não seja vidente.
Aparência: Cabelos louros, compridos e meio ondulados, olhos verdes claros e parecendo sempre estar sonhando acordada.
Personalidade: É uma garota esperta, astuta e sabe raciocinar bem sob pressão, ao contrário de muita gente. Desde pequena sofre de alguns desmaios acompanhados de flashes, como visões - embora já tenha sido confirmado que a garota não é vidente - mas que, de algum tempo para cá, têm sido úteis. Socialmente, Nari tem espírito forte e competitivo, e sonha em comandar o time de Quadribol da Corvinal.
Animal de Estimação: Amber, uma coruja negra de olhos dourados.

Nome: Stephen Ludwig Parott
Apelido: Lud
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe.
Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros.
Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis.
Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto.
Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves femea chamada Mandy.

Nome: Asheley Baskerville Doyle
Apelido: Não tenho apelidos, na verdade os detesto.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5ºano
Posição no Quadribol: Não jogo...Prefiro a platéia.
Objeto Especial: Uma capa de invisibilidade, ganhei de aniversário dos meus avós.
Desilusão: Hogwarts aceitar sangues-ruins.
Aparência: É um pouco mais alta que as meninas em comum, tem a pele muito branca, chegando a ser um pouco pálida. Cabelos castanhos, lisos e abaixo do ombro, olhos castanhos claros que mostram um ar de superioridade.
Personalidade: É uma garota muito orgulhosa e cheia de si. Dificilmente assume seus erros e é meio mandona. Rebelde, fala o que quer, e sem pensar. Tem um jeitinho meio louco, e um pouco preconceituoso. É amiga de todos, que segundo ela merecem e odeia falsidade. Dificilmente retorna a amizade com quem a trai. Tem um gênio meio difícil, apesar de ser meio calada. Gosta de conviver com pessoas que pensem iguais a ela. Se for amigo de Asheley, pode contar com ela pra qualquer coisa.
Animal de Estimação: Uma gata meio amarelada chamada, Lua.

Nome: Lohara Isabelle Darkheart
Apelido: Todos me chamam de Lola.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Prefiro assistir.
Objeto Especial: Um porta-jóias que ganhei do meu avô quando fiz dez anos.
Desilusão: Ter perdido meu avô.
Aparência: Magra, altura mediana, cabelos louros-avermelhados e levemente enrolados, olhos azuis claros.
Personalidade: A primeira coisa que se sabe sobre Lola é que ela é mimada. Tem todas as características de uma garota que sempre teve tudo. Ser filha única influencia mais ainda essa parte de sua personalidade. Além disso, ela gosta de se dar bem, não importa o que ela tenha que fazer para isso. É muito egoísta, não gosta de perder e nunca assume que errou. Sempre tenta jogar a culpa nos outros. Em Hogwarts, Lola encontrou mais pessoas como ela, e mantém amizade com essas pessoas, de quem realmente gosta. É apegada aos amigos e vive de aparências. Está sempre linda e perfeita. Mantém no rosto um ar superior, de quem sabe que o que quer consegue. Perfeccionista como a mãe, Lola se cobra demais, tem sempre que ser a melhor em tudo.
Animal de Estimação: Um gato branco e peludo (persa) chamado Bubbles.

Nome: Maximillian Fierman Lonen
Apelido: Max
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim?
Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior.
Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro.
Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!)
Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris.

Nome: Andrey Storm
Apelido: Andy
Idade: 15 anos
Ano: 5º ano
Quadribol: Apanhador e capitão do time.
Objeto especial: Uma capa da invisibilidade.
Desilusão: Ter uma irmã na sonserina.
Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca.
Personalidade:Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto.
Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.

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Magic Past



quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Acordei logo de manhãzinha com o Zeus (meu gato) rebolando-se nas minhas pernas.
Não se podia dizer que estava fazia bom tempo lá fora, afinal naquela altura começavam a aparecer as primeiras nuvens.
Olhei em volta, nenhum das minhas companheiras de quarto estava acordar. Elas eram Milen Abova de origem russa, Bona Smith uma rapariga bastante inteligente devo dizer, Katrina Johansson a melhor amiga de Bona e Evana Trivo uma sul africana, mais conhecida por Eva, da qual sou muito amiga.
Nós os cinco dávamo-nos muito bem, afinal era-mos colegas de quarto. Mas Eva era uma das minhas melhores amigas. Levantei devagarinho para não acordar nenhuma delas e vesti-me à pressa e fui logo tomar o pequeno-almoço.
De repente lembrei-me do que se tinha passado no banquete do dia anterior. Nari havia desmaiado, tendo algumas visões como já acontecera várias vezes. Tinha de a ir visitar à enfermaria. Mas primeiro iria comer qualquer coisa e buscar o horário.
Depois de cumprida esta tarefa, dirigi-me à enfermeira. Nari ainda não havia acordado e a seguir teria aula.
Sem ninguém dar por nada uma coruja com uma carta e um embrulho pousou no meu colo. Retirei a carta e comecei a ler:

"Querida neta,
antes de mais peço que leia esta carta sozinha devido à sua importância."


Dirige-me rapidamente para o dormitório e comecei de novo a ler a carta.

"O presente que lhe dou é um Livro de Pensamentos de grande valor, onde poderá registar suas memórias.
Toda a linhagem feminina tem um. Uma tradição de família. Sua tia Glass tem, eu tenho e você também terá.
Peço que não mostre isto a mesmo ninguém. Mais tarde compreenderá por quê este pedido. Mas por favor não mostre isto a ninguém de maneira alguma.

Com amor,
A sua avó
Amelie"


Desembrulhei apressadamente o embrulho e de lá saiu um bonito livro azul e dourado. Espera lá mas não pode ser... Agora percebo porque a avó queria manter segredo. Não é um livro de pensamentos qualquer. É mais do que isso. È um Livro com uma capa azul talhada a ouro com as páginas feitas dos mais puros eucaliptos que existem. É incrível!!!! Deve valer milhares de galeões. Ainda nem estou em mim. Oh avó, nem sei como te agradecer.

:: Enviado por Renan - 10:52:37 ::
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terça-feira, 27 de setembro de 2005

Eu ganhei essa linda doll da Meri do Expresso. Muito linda, obrigada Meri!!


:: Enviado por * - 19:39:42 ::
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segunda-feira, 26 de setembro de 2005

O ano já começara movimentado, pensava Juliet durante o café da manhã. Nem conseguira dormir direito, que dirá arrumar suas coisas. Por isso, ela estava somente com um rolo de pergaminho e a pena na bolsa de material, ao invés das diversas anotações das férias e vestida com a primeira veste que achou.



Enquanto se alimentava ela recordava da noite anterior. A amiga do 5º ano desmaiara no banquete do dia anterior, Juliet tentava abrir espaço e erguer Nariman ao mesmo tempo.

A voz preocupada do capitão do time da Corvinal, que conseguira aproximar-se depois da segunda queda, se faz ouvir atrás dela:

- Enfermaria? o rapaz já sacando a varinha das vestes.

A quartanista confirma com a cabeça, atenta a qualquer reação da amiga. - Gente dá pra abrir um espaço? Ou eu vou ter que abrir na marra?

A movimentação em resposta ao pedido da corvinal foi mínima. Ainda tentava convencer os alunos mais próximos quando ouve o feitiço executado às suas costas:

- Mobilicorpus

Olhando para onde a voz havia vindo ela vê Nariman se erguendo, ainda inconsciente, ao comando do irmão de Callista Graham.

Tinha tanta gente em volta ..... irritada com a curiosidade estática dos colegas resolveu usar um feitiço que achara num velho livro durante as férias para afastar o grupo de curiosos. O redseaslow felizmente dera certo e afastara as pessoas do caminho até a ala hospitalar do colégio sem ferir ninguém.



Preciso anotar esse efeito depois ... Com um rápido sorriso para si mesma, Juliet embrulha dois doces para a amiga em um guardanapo. Engolindo apressadamente o restante do suco, ela levanta-se da mesa.

- Horários Ao seu lado, um pergaminho é estendido, que ela pega e guarda na bolsa praticamente vazia.

- Poderia me dar o de Nariman McGollon, 5º ano também? Pode deixar que eu entrego. pede com um sorriso à entregadora.

Ela interrompe a distribuição dos horários por um momento: - A do desmaio?

A contragosto com a forma de tratamento, Juliet confirma. A monitora reflete por um momento e entrega o outro pergaminho a garota.

- Obrigada! diz afastando-se da balbúrdia em torno dos horários.

Tinha uma visita a fazer antes que a aula começasse.


* Por: Juliet Dorthly

:: Enviado por * - 11:00:15 ::
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sexta-feira, 23 de setembro de 2005

A manhã nascera cinza de nebulosa. Stephen jazia deitado em seu dormitório nas masmorras, se por todo o castelo era frio, nas masmorras era mais ainda.
Levantando-se realmente sonolento com pijamas de seda roxo com o brasão da familia Ludwig bordada no peito, na perna deira da calça e na pantufa, Stephen caminhou cambaleando até o banheiro. Lá se olhou profundamente no espelho. No reflexo mostrava um sonserino cansado de uma longa viagem a Hogwarts e de uma grande refeição a noite. O mesmo mostrava-se indiferente quando no banheiro entrara um outro sonserino.

-Bom dia, Lestrange. Fez uma boa viagem?-Perguntou sonserino educamente para o garoto que também se olhava no espelho.

-Pessima, eles pensam que nós somos oque? Deveriamos ter uma cabine vip ou coisa do tipo. A minha cabine não parou de balançar e ainda fui obrigado a dividi-lá com uma amarelada sangue ruim.

-Se estivesse em seu lugar, chutaria ela para fora.-Disse na maior calma possível.

-Não, foi mais divertido ve-lá sofrer a viagem inteira. Snape procurou você por todo o vagão, mas não lhe encontrou. Onde estava? -Questionou Lestrange.

-Snape é tão burro que certamente não veria nada a um palmo dele, ainda mais com aqueles cabelos lindos sobre os olhos deles...-Terminou Stephen arrancando risos de Nott.-Bem, se me da licença, vou descer para tomar café.

-Toda

O sonserino encaminhou-se até o malão e trocou seus trajes de dormir por vestes esverdeadas de sua casa em Hogwarts. O dormitório masculino ainda contava com roncos baixos de seus integrantes jaziam ali. Em contrário, o salão principal estava repleto de alunos falantes de todas as casas. Stephen olhou rapidamente para a mesa dos professores e seus olhos encontraram com o do direitor Alvo Percial Dumbledore, Stephen não morria de simpatias pelo diretor pelo fato dele aceitar tais tipos de pessoas em sua escola, mas como ele sabia, ele era o diretor, poderia fazer que quiser ali, então deu-lhe um breve aceno de cabeça.

-Aqui está-Disse uma voz feminina as suas costas e lhe entregando um pergaminho com letras espessas e bem definidas intitulada como HORÁRIO.

-Não acredito que ainda mantém essa história de manterem aula conjunta com as outras casas, falo pelo fato da lufa-lufa, a casa que mais disponhe de alunos sangues ruins, realmente uma escória de Hogwarts.-Comentou Stephen para o seu pergaminho, que certamente não o respondeu, embora o sonserino parecia esperar algo, pois não desgrudara os olhos dele até a entrada de milahres de corujas de todas as cores pelas pequenas janelas do salão principal, entre elas estava Mandy, uma linda coruja das neves que continha um laço roxo brilhante no pescoço com o brasão da familia Ludwig.

-Mandy, oque me trouxe hoje?-Perguntou Stephen retirando uma caixa das patas da coruja que após bicar uma torrada que estava caida na mesa vôo para fora do castelo.-Profeta Diário, carta de casa, caixa de doces, uau minha familia está me saindo melhor doque encomenda. Vejamos...-Disse abrindo a carta.

"Stephen,
estamos decepcionados com você mocinho. Sair daquele jeito sem esperar eu ou seu pai para levarmos você e o seu irmão para a estação King Cross. Imagine o susto que levamos quando Hillary - a elfa fedorenta - nso avisou que você já havia partido? Vamos conversar sobre isso quando voltar para casa no Natal.
Mandei para você chocolates Wonka, pirulitos gelados com gosto de sorvete de caramelo e feijõezinhos de todos os sabores ( a caixa especial que so tem sabores bons), enfim, os seus prediletos.
Tenha calma com seu irmão e fique de olho nele.
Com amor,
Julianne Perkins Ludwig - mamãe"


Stephen olhou ao lado, pegou sua varinha e colocou fogo na carta e se virou para a caixa de doces e o Profeta Diário, não tinha pressa nenhuma em falar com seu irmão John.

Postado por: Stephen Ludwig

:: Enviado por * - 18:59:58 ::
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quarta-feira, 21 de setembro de 2005

O banquete corria normalmente. Cada buraco vazio do Salão Principal era preenchido por uma grande quantidade de conversas altas, onde todas as férias haviam parecido render mais do que o tempo concebido. O período sem aulas de uma garota, em particular, não fora assim tão surpreendente.
Ela se encontrava sentada à mesa da Corvinal, escutando atentamente as palavras ditas por uma garota também loura, mas com olhos azuis e uma pele muito clara. Juliet Dorthly contava com detalhes como passara o tempo fora da escola, enquanto Nariman McGollon ouvia, pensativa.

... Nari?, uma voz centralizou-se na sua mente. Acorda para a vida, menina, passe-me a jarra de suco!

Ah, desculpe-me, Juli, estava em outro mundo, explicou-se Nari, balançando a cabeça e segurando o braço do recipiente para entregá-lo à amiga.

Antes que completasse o gesto, um flash de luz desfocou tudo à volta da garota. A última coisa que pôde ouvir antes de tudo ficar preto fora o barulho de vidro se espatifando no chão. Qualquer ruído que viera depois disso não foi captado pela mente de Nariman.
O que antes era um salão cheio de gente alegre, falando alto e barulhos de talheres, copos e pratos, agora se transformara em um corredor pouco iluminado, o chão de pedra parecendo úmido, as luzes verdes dançando fantasmagoricamente em seu reflexo na parede oposta. A garota se postava em uma extremidade do corredor, enquanto enxergava silhuetas no final da outra, formas que andavam em círculos e gesticulavam.
Uma armadura próxima serviu de esconderijo quando duas sombras foram reconhecidas como pessoas ao se aproximarem do lugar onde Nari estava. Ela escutou o máximo que pôde da conversa, captando frases soltas e sem sentido.

... meu pai disse que sabe que vai valer a pena. Você sabe, agora que ele parece estar forte...

... eu soube disso, minha família também está nessa. É verdade que vão colocar pessoas espionando? Aqui, por exemplo?...

Isso posso afirmar. A coisa parece séria agora, e Hogwarts seria o primeiro lugar em que iriam apostar. Pelo menos foi o que entendi da conversa de alguns amigos do meu pai...

Tão rápido como começou, a cena terminou no mesmo flash cegante e um céu enfeitiçado entrou em foco. Nariman forçou a vista e mexeu os braços, para depois perceber que estava estirada no chão do Salão Principal, a jarra de suco de abóbora estilhaçada ao seu lado. Juliet debruçava-se sobre ela, a expressão muito preocupada; mesmo assim, um esboço de compreensão ainda passeava pelas feições da menina mais nova.
Nari, ao ver um gesto de Juli que dizia "É isso mesmo que eu estou pensando?", assentiu e piscou os olhos demoradamente. Apenas quando voltou a abri-los, notou todas as pessoas que se amontoavam em volta dela. Mais à frente, uma Renan igualmente preocupada se espremia no meio da multidão para chegar até à amiga.

Outra vez?, perguntou a ruiva, simplesmente.

Outra vez., respondeu a loura, e desmaiou de fraqueza.

:: Enviado por Nari McGollon - 22:24:00 ::
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segunda-feira, 19 de setembro de 2005

O salão estava cheio e os alunos esperavam a entrada dos alunos do 1º ano que seriam sorteados para as suas casas. Todo ano era a mesma coisa, entrava vários rostinhos assustados ou sonhadores, todos pensando em que casa ficariam.

Callista se perdeu nos seus pensamentos se lembrando do nervosismo quando sentou no banquinho e esperou o chapéu seletor se decidir. Quase explodiu de felicidade quando ouviu ele gritar "Grifnóra". Ela saiu de lá sorrindo para o irmão na mesa da Corvinal, mesmo sabendo que ele a queria com ele, ela não era tão estudiosa assim para ficar lá.

A grifinória foi acordada de seus devaneios pelos aplausos do primeiro aluno que se dirigia para a mesa da Casa dos Leões e a bagunça que se fazia a cada escolha. Houve uma grande pausa quando foi anunciado o nome Black, Regulo. Quase metade da mesa grifinória olhou para Sirius e viu o rosto de decepção ao ver o irmão mais novo se dirigir para mesa da Sonserina. Ele não ficou triste tanto tempo, pois muitas garotas,inclusive de outras casas, foram até ele consolá-lo.

- Assim ele nem tem tempo de ficar triste. Até meninas da sonserna? Ele temo quê? Mel? - Cal falou pra si mesma e nem reparou que tinha falado alto até ouvir uma resposta ao seu lado.

- Eu diria que mel é até pouco. Seria uma mistura de qualquer sabor que uma garota goste, porque todas gostam. - Remo estava ao lado da grifinória de olhos violetas e ria do comentário dela. - Você reparou o nosso novo professor de Defesa Contra Artes das Trevas? Quanto tempo será que ele irá durar?

Antes que a jovem respondesse ao colega de casa, o diretor começou o seu discurso de boas vindas. Ele apresentou o professor Tiberius Ogden que preferiu não fazer discurso e sorriu ao ver os rostos aliviados dos alunos que começavam a fica com fome e esperavam o banquete começar. Com uma ordem do Profº Dumbledore as mesas se encheram de comida e todos sorriam felizes com seus estômagos sendo saciados.

Conversando animadamente com Remo Lupin, Callista não percebeu que a hora do jantar estava passando até sentir o olhar do seu irmaõ nas suas costas e virar para vê-lo. Ele a lembrava que deveria ir para enfermaria, algo que ela sabia mas estava preferia esquecer. Se despediu do amigo e se levantou indo em direção a porta.

Já do lado de fora ouviu alguém a chamar.

- Me espera, vou com você. Afinal quero saber o que conversava com o Lupin. - Seu irmão não mudava o discurso. - E também, sabe que não pode andar sozinha após tomar a poção.

- Sabe Tim, um dia você vai ter que se acostumar com a idéia de que eu vou namorar alguém. Mas obrigada por me acompanhar e tomar conta de mim. - Ela implicava, mas adorava o fato do irmão ser tão protetor.

O corvinal ficou calado ao ouvir a resposta da irmã, não iriam começar a discutir novamente. Ao chegarem na enfermaria, Madame Pomfrey já os estava aguardando, como fazia a 3 anos.

- Aqui está meu bem. Tome aqui para eu ver se não haverá nada de errado e o seu irmão te acompanha até sua Sala. Sinto muito srta. Graham, mas ainda não conseguiram tirar o efeito colateral da poção.

- Eu sinto falta de sonhar. - Cal olhava para baixo, com os olhos marejados. - Sei que é um pequeno preço a pagar para conseguir estudar e levar uma vida normal, mas sinto tanta falta.

Tim a levou até o retrato da Mulher Gorda, onde se despediu da irmã indo em direção a Sala da Corvinal. Parada em frente ao retrato, ela se lembrou que não tinha pego a senha, mas foi salva por um moreno que chegava sorrindo.

- Noite boa Sirius? - Ela sempre ficou espantada como ele o Tiago chegavam a qualquer hora e dificilmente eram pegos.

- Muito boa. Deixe-me ajudar a senhorita. - E fazendo uma reverência exagerada ele disse a senha para entrarem no Salão da Grifinória. - Vejo que a sua não está sendo tão boa, seus olhos ainda estão vermelhos. Posso propor uma conversa boba até cair de rir?

Cal se jogou em uma poltrona, não estava querendo dormir e um bom papo com aquele rapaz brincalhão poderia melhorar o seu humor, fazendo ficar mais leve o ano que estava por vir.

* Por Callista


RECADINHO BÁSICO:

O blog de fan fic Accio Cérebro mudou de endereço. Agora é http://www.acciocerebro.com.br/.
Os outros links associados também mudaram de endereço.
O Accio Dolls agora está em www.acciocerebro.com.br/dolls e o Accio Maker em www.acciocerebro.com.br/dollmaker.

Eles também estão selecionando candidatos para a Lufa-Lufa. Interessados, favor enviar coruja para correiocoruja@acciocerebro.com.br.

:: Enviado por * - 10:12:22 ::
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sábado, 17 de setembro de 2005

Como sempre, o tumulto para descermos do Expresso Hogwarts e irmos em direção às carruagens. A plataforma estava escura e os alunos do primeiro ano, meio perdidos, obrigavam-nos a trombar neles, pedindo desculpas pelos empurrões.

Alcançamos uma das carruagens, Cal, Andy e eu. Estávamos quase entrando, quando ouvimos alguém gritando por nós.

- Iam embora sem nós???

Eram Renan e Nari. Cinco pessoas, numa carruagem onde cabem somente quatro. Andy, muito cavalheiro, despediu-se de nós, dizendo "até mais tarde", para que as moças pudessem nos acompanhar. Via-se estampada nos olhos do meu amigo a sua frustração por não poder desfrutar da presença de minha amiga Callista por mais alguns minutos... Ele não admite, mas eu sei que aí tem coisa. Conheço esse meu amigo como a palma da minha mão, ele é como se fosse o irmão que não tive.

Enfim, embarcamos nós e rumávamos aos trotes, em direção ao Castelo de Hogwarts.
As meninas falavam sem parar, contando todas as novidades das férias e Cal contava que havia trazido presentes para todas, enquanto remexia sua sacola. Por fim desistiu e achou melhor esperar chegar no castelo para encontrar os presentes de dá-los às amigas.

Minha barriga roncava e meu estômago parecia pregado na minha coluna, tamanha a fome que eu sentia. Não devia ter sido tão econômica nas guloseimas...
Olhei para o anel em meu dedo... era lindo... mas o que faria ele?

No mesmo instante em que eu observava o anel, as meninas atentaram-se para ele também.

- Nossa, que maravilhoso! - disse Cal.
- É, foi presente da minha mãe... ela disse que é uma espécie de "herança de família", que se passa de mãe para filha há muitos e muitos anos, tantos que não se sabe quem foi a primeira dona deste anel.
- E tem algum poder diferente? Digo, é um anel mágico? - perguntou Renan.
- Não, acho que não... - menti, sem querer. Mas não queria dar explicações sobre o que eu não conhecia. Sabia sim, que havia algo de estranho e mágico naquele anel, mas ainda não descobrira o que seria. Então achei melhor calar sobre isso e desviar o assunto...

- Pois o pobre do Andy, onde será que ele se enfiou, já que não coube aqui conosco?

Cal soltou uma gostosa gargalhada, e disparou:

- Espero que ele não tenha que dividir a carruagem com nenhum daqueles sonserinos metidos a pavão!

Caímos todas na risada até quase perdermos o fôlego.

A carruagem finalmente parou de trotar. Estávamos nos terrenos da nossa amada Hogwarts.

:: Enviado por Liv Spellman - 11:36:05 ::
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segunda-feira, 12 de setembro de 2005

- Renan é mesmo você?
- Por acaso a menina vê aqui mais alguém?
- Que saudade!! Como foram suas férias, viajadas como sempre?
- Claro.
- Aonde foi desta vez?
- Nova Zelândia.
- Que sorte! Já eu não fiz da de jeito.
- Não desanima, talvez eu para o ano te leve comigo.
- Está falando sério?
- Porque haveria de brincar?
- De você espero tudo.
- Exagerada.
Renan e Nari se riam. Trocando apenas algumas corujas no Verão a saudades eram muitas e havia muito para contar.
- Já encontrou alguém. Liv, Kysen, Cal, Juli, Andy? Eu ainda não encontrei ninguém. Gostava muito de falar com eles e encontrá-los de novo.
- Não se preocupa. Logo que chegarmos você encontra eles.
No resto da viagem continuaram falando, e Nari parecia muito interessada no relato de Renan, que falava das maravilhosas paisagens da Nova Zelândia e lhe mostrava uma mordidela de um peixe-aranha.
- Olha estamos chegando. Acho melhor nos vestirmos. Não tarda o comboio vai parar. - avisou Nari com algum nervosismo.
- Calma senhora apressada.
Logo que acabaram de vestir os mantos o comboio parou.
Saíram correndo, sabiam que se não se despachassem, só encontrariam os amigos no banquete.
Mas não precisaram de procurar porque logo os avistaram a entrarem para as carruagens a caminho de Hogwarts.
Correram ao desvaneio até eles procurando arranjar um lugar junto deles.
- Iam embora sem nós? - disseram as duas.
- Claro que não. Entrem. - disse Liv.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2005

Pra variar eles chegaram em cima da hora para pegar o trem e Callista mal teve tempo de se despedir dos pais, pois seu irmão já a puxava pelos braços para irem embora.

- Calma Tim, assim você arranca meu braço. - Os dois entraram no trem e ela viu que vários amigos do corvinal já andavam em direção a eles. Querendo evitar confusão, ela dá um beijo no irmão e fala baixinho. - Como presente vou sair antes deles chegarem e você nem precisa brigar com ninguém...

Ela amava muito o irmão, mas sabia que ele exagerava na proteção, como se ela fosse de porcelana. Ela não era tão boa em feitiços quanto ele, mas também não era uma burra. Perdida em pensamentos, Cal quase não ouve Juli chamar por ela.

- Nossa Cal, você estava em que mundo?

- Oi Juli! - Ela abraçou a amiga. - Eu estava pensando no meu irmão e como sou ruim nos estudos. - disse rindo.

- Você é tão exagerada. Vem, o Sheik já está aqui no vagão nos esperando.

Quando elas entraram, Kysen Horpais se levantou e beijou a mão da jovem grifinória. Para ela, ele era um perfeito cavalheiro, o que deixava seu irmão mais chateado todas as vezes que ela falava dele ou do Andy

- Você demorou para chegar, Pequena Afrodite.

- Para variar cheguei em cima da hora. Acho que sou um pouco enrolada com arrumação.

- Um pouco? - Stephen Parott apareceu na porta. Estava procurando suas amigas, mas viu os dois grifinórios e decidiu que iria se divertir um pouco antes de continuar. - Você é uma negação em tudo, começando pelo sangue. - Ele fechou a porta e seguiu.

- Aquele patife, acha que pode te ofender na minha frente e sair assim? - Kysen já estava saindo quando as duas garotas pararam na frente dele.

- Teremos muito tempo para isso no futuro. Ele ainda vai me chamar de sangue-ruim várias vezes durante o ano.

- E você fala isso com naturalidade. - Juli sempre brigava com a amiga sobre esse fato.

- Não é naturalidade, mas já é costume. Ele pelo menos fala na minha cara. Pior são os que falam nas minhas costas todas as vezes que passo. - Callista sentou e suspirou.

- Pela cara, vejo que um sonserino mal educado pessou por aqui. - Liv abria a porta do vagão sorrindo até a amiga! Ela sabia exatamento o que se passava na cabeça da grifinória.

- Oiê! Já que você chegou vou dar os presentes de todos já que fui lerda e não levei para O Beco Diagonal para entregar para vocês. - Cal pega uma pequena sacola e aponta sua varinha. - Engorgio!

- O que você comprou? Uma loja inteira? - Os três ficaram espantados com o tamanho real da bolsa, havia muitos embrulhos lá dentro.

- Me chame de Mamãe Noel! Eu gosto de dar presentes! E a viagem para o Oriente é tão interessante e tem tanta coisa legal pra comprar.

- Mamãe Noel? O que mãe tem com dar tantos presente assim? É uma mãe que gosta muito?

- É a esposa do Papai Noel trouxa. Ele usam essa figura para dar presente no Natal trouxa. Você deveria fazer a matéria de Estudos Trouxas.

- Acho que vou pegar um livro seu e assim eu entendo com mais facilidade. Minha grade de horário não permite mais matérias.

- Cal, não precisava. Pra que tudo isso de presente pra mim? - Liv se via afogada no meio de quatro embrulhos, pensando qual abrir primeiro.

A garota não respondeu ao comentário e começou a entregar os da Juliet e do Kysen também. E ficou feliz ao ver o rosto deles no misto de surpresa e felicidade.

Juli sorriu ao ganhar um lindo sari indiando feito da mais pura ceda, um dragão de pelucia e um livro sobre os bruxos indianos. Kysen ganhou dois livros sobre mitologia e uma mascara chinesa que volta e meia resmungava alguma coisa em chines.

- Acho que vou ter que aprender chinês pra entendo o que fazer com ela.

- Só não coloca no rosto. Ainda tem o do resto do pessoal! E comprei esse aqui que achei a cara do Andy. Liv, cadê ele?

- Não sei, ele combinou de se encontrar com a gente na plataforma, mas até agora nem sinal... Deve ter se atrasado por algum motivo.

Mal a garota acabou de dizer essas palavras, entrou esbaforido no trem o rapaz de quem as meninas falavam. Ele olhava para os lados procurando pelas amigas, procurando em todas as cabines.

Até que a porta da cabine onde estavam as meninas se abriu e uma carinha branca de cabelos castanho-claro e olhos cinzentos apareceu, sem mostrar o resto do corpo. Então acabou de abrir a porta.

- Affe Andy, até que enfim, o que aconteceu com você? - perguntou Liv, com cara de brava, no meio de um monte de pacotes de presente.

- Não pude usar nenhum meio de transporte usual, tive que vir de carro trouxa mesmo. Coisas do meu pai, disse que dessa vez tinha que ser assim. E os carros trouxas não são como o Noitibus, então ficamos presos numa fila de um monte de carros, que coisa horrível! Pensei que iria perder o embarque.

Só então olhou para o restante das pessoas e cumprimentou a todos, demorando mais o olhar na grifinória dos olhos violeta. Ela se levantou para cumprimentar o rapaz e entregou-lhe um presente, mais um dos muitos que ela havia trazido para todos. Ele abriu o pacote ali mesmo e ficou radiante ao ver que se tratava de um pequeno dragão , que voava rapidamente ao redor do garoto.

- Gostou, Andy?

- Se eu gostei? Eu adorei! - respondeu sem saber se admirava o dragão ou a garota que lhe dera o presente.

Enquanto isso, Liv abria os pacotes e ficou apaixonada pelos presentes. Ela ganhou um espelho mágico, um mini-tapete voador, uma boneca-diário de porcelana e um panda de pelúcia.

- Sua mãe deve ter ficado furiosa com tudo o que comprou... - Comentou Juli

Callista falou que não e começou a contar como tinha sido a viagem e todas as novidades que viu e aprendeu. Eles riam e falavam das suas férias e o que tinha acontecido de bom nesse intervalo. Para supresa de todos, ainda estavam falando quando o trem apitou avisando a chegada em Hogsmead.


* Por Cal, Liv e Andy

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segunda-feira, 5 de setembro de 2005

O Sr. Dorthly veio escoltando a filha. A mãe vinha junto, com um garotinho que começava a balbuciar as primeiras palavras:

- Miau! Diz ele apontando para o gatinho que estava sobre as várias bagagens que o pai de Juliet arrastava.

- É, é o Miau, Romeo! Diz de novo para o papai ouvir diz... Pede o auror.

-Mi...miau! repete o guri, abrindo um sorriso desdentado.
Juliet suspira. Eram tão raros esses momentos com todos juntos...

- Sr. e Sra. Dorthly, como vão? Cumprimenta Nazira Horpais. Vim ver o embarque do Kysen... Espero que o pré-lançamento não tenha dado nenhuma dor de cabeça a vocês.

- Que isso, nenhuma! Respondeu o casal.

Enquanto os cinco adultos conversavam (os pais do grifinórios estavam lá também), a corvinal confessa ao grifinório:

- É você tinha toda a razão...

- Oi Juliet, é bom ver você também... Diz mantendo uma distância respeitosa. - Em que eu tinha razão?

Depois que todos se despedem, ela responde:

- Sobre a nossa aposta. Você ganhou, não consegui batizar o gatinho que a sua tia me trouxe... Não é Miau? Pergunta, acariciando o gato. - O que você vai querer que eu faça?

- É mesmo? Que bom... Bem, nada muito sacrificante, sabe... começou ele, olhando ao redor, como se pensasse muito em o que escolher de prenda.

- Então, você não vai querer que eu te chame de Sheik como as meninas?

- Nossa como você soube? Bem, não é tão ruim já que é só por um mês, começando de agora... cochicha o rapaz, a última frase bem no ouvido da amiga.

- Tá bom, prometo que eu vou... tentar... Diz ela, saindo correndo para arranjar um bom vagão.

* Por Juliet

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sexta-feira, 2 de setembro de 2005

-Saiam da frente, saiam! Merlin quanto trouxa reunido!

Bradava uma menina de cabelos castanhos, enquanto empurravam algumas pessoas para chegar na divisa das plataformas 9 e 10.

-Talvez por que seja uma estação trouxa não? -zombou uma outra garota de cabelos loiros que a seguia - Ta nervosa ou é impressão minha? Oh esqueci que você nunca se altera. Sorriu a loira.

- Não estou para gracinhas, Mary! Você não acha que o simples fato dos meus pais arranjarem um compromisso do nada e nos mandarem vir de "táx" sei lá como se chama, pra chegar aqui, e ainda ter de agüentar esses trouxas imundos proliferando por toda parte e achando que nós que somos "estranhos", não é pra se alterar?

A loira calou-se, sabia que a prima não iria se conformar com qualquer coisa que ela respondesse. Aproveitou a oportunidade que não tinha muita gente olhando e atravessou a barreira, seguida pela menina de cabelos castanhos.

-Bom...Eu vou falar com as meninas...

-Pode ir, eu vou esperar a Lola e o Stephen.

A loira sumiu numa pequena aglomeração de corvinais que riam escandalosamente de alguma coisa. Impaciente resolveu esperar no trem mesmo os amigos. Escolheu uma das ultima cabines e se acomodou nela. Já sentada, soltou sua gata e suspirou baixinho.As férias tinham sido horríveis, e o ano letivo parecia apontar pra isso também. Sua família agora raramente estava em casa, e ela passou praticamente todas as férias com o irmão e os elfos domésticos. Rotina quebrada quando sua prima aparecia por uma ou duas horas de vez em quando. Mas o que não soava bem a garota era que os pais não davam afirmações concretas para suas fugas repentinas, sempre inventavam desculpas que até ela podia elaborar melhor. E ainda que seus avós paternos viajaram deixando as férias mais tediosas ainda. Seus devaneios foram interrompidos quando um menino irrompeu pra dentro da cabine.

-Edward? O que faz aqui? Sabe muito bem que eu não quero que você viaje comigo! Interrogou a menina encarando o irmão.

-Calma! Só vim dizer que a vovó chegou do Egito, e mandou uma coruja, mas como ela não te achou veio atrás de mim que ainda estava lá fora. Ah... E ela mandou alguns presentes-falou o garoto entregando um pacote para a menina-a vovó me deu uma pirâmide de vidro, mas eu não sei pra que serve.

A garota rasgou o embrulho. De dentro caiu uma sedosa capa junto com um pequeno bilhete. Pegou a capa e se levantou:

-Uma capa? Mas pra que eu quero isso?

-Eu não sei, ela disse na carta que era seu presente de aniversário...

-Atrasado como sempre! Riu a garota colocando a capa.

-ASH! V-Você sumiu! Gritou o garotinho.

Ela retirou a capa rapidamente e sorriu. Seu aniversário tinha passado há um mês, mas sua vó sempre se atrasava.

-Nossa que legal, uma capa de invisibilidade! E eu com essa pirâmide inútil! Resmungou o rapaz.

-Já que ta tudo resolvido, presentes entregues etc e tal, pode ir embora! Sorriu ela.

O menino saiu contrariado. Ash guardou a capa com carinho no malão. Talvez as coisas estivessem começando a melhorar...

:: Enviado por Asheley Doyle - 14:54:42 ::
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