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Este blog é uma fanfic coletiva inspirada no universo de Harry Potter, pertencente a J.K. Rowling, mostrando as aventuras paralelas de personagens originais, durante a sua permanência em Hogwarts. Os eventos do Magic se passam durante a epóca em que os marotos frequentavam Hogwarts.

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Perfil

Nome:Callista Graham
Apelido: Cal
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Minha varinha, símbolo que sou bruxa!
Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas...
Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta tenção.
Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa.
Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita

Nome: Liv Joanne Spellman
Apelido: Não tenho
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos!
Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós.
Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis.
Personalidade:Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva.
Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien.

Nome: Kysen Amoy Horpais
Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom)
Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família.
Desilusão: ser menosprezado por suas origens.
Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe.
Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões.
Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela).

Nome: Renan Watson McCartney
Apelido: ----
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedora
Objeto Especial: Livro de pensamentos
Desilusão: Me tratarem como o bebe da família
Aparência: Rapariga alta (talvez a mais alta de Hogwarts), de cabelos compridos no seu castanho bem claro, tom de pele moreno e olhos castanhos, como não gosta da saia do uniforme, usa sempre botas, diz que não gosta que lhe vejam as pernas.
Personalidade: Personalidade orgulhosa e doce ao mesmo tempo, corajosa, sempre pronta a uma partidazinha qualquer pessoa, principalmente à Helena Syndar, da Corvinal, a tipa mais emporoada que já conheceu, tem a mania de falar pelos cotovelos e era bem capaz de ir até ao fim do mundo para salvar o seu querido gato Zeus.
Animal de Estimação: um grande gato preto chamado Zeus.

Nome: Juliet Dorthly
Apelido: Juli
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro".
Objeto Especial: A pena, presente da mãe.
Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa.
Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri.
Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo.
Animal de Estimação: um gato chamado "Miau".

Nome: Nariman Wendel McGollon
Apelido: Nari
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Uma adaga de cristal, encontrada em um cofre sob sua casa.
Desilusão: Sempre ter sido considerada excêntrica por sua família materna, por causa de seus devaneios repentinos que são quase visões, embora ela não seja vidente.
Aparência: Cabelos louros, compridos e meio ondulados, olhos verdes claros e parecendo sempre estar sonhando acordada.
Personalidade: É uma garota esperta, astuta e sabe raciocinar bem sob pressão, ao contrário de muita gente. Desde pequena sofre de alguns desmaios acompanhados de flashes, como visões - embora já tenha sido confirmado que a garota não é vidente - mas que, de algum tempo para cá, têm sido úteis. Socialmente, Nari tem espírito forte e competitivo, e sonha em comandar o time de Quadribol da Corvinal.
Animal de Estimação: Amber, uma coruja negra de olhos dourados.

Nome: Stephen Ludwig Parott
Apelido: Lud
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe.
Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros.
Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis.
Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto.
Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves femea chamada Mandy.

Nome: Asheley Baskerville Doyle
Apelido: Não tenho apelidos, na verdade os detesto.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5ºano
Posição no Quadribol: Não jogo...Prefiro a platéia.
Objeto Especial: Uma capa de invisibilidade, ganhei de aniversário dos meus avós.
Desilusão: Hogwarts aceitar sangues-ruins.
Aparência: É um pouco mais alta que as meninas em comum, tem a pele muito branca, chegando a ser um pouco pálida. Cabelos castanhos, lisos e abaixo do ombro, olhos castanhos claros que mostram um ar de superioridade.
Personalidade: É uma garota muito orgulhosa e cheia de si. Dificilmente assume seus erros e é meio mandona. Rebelde, fala o que quer, e sem pensar. Tem um jeitinho meio louco, e um pouco preconceituoso. É amiga de todos, que segundo ela merecem e odeia falsidade. Dificilmente retorna a amizade com quem a trai. Tem um gênio meio difícil, apesar de ser meio calada. Gosta de conviver com pessoas que pensem iguais a ela. Se for amigo de Asheley, pode contar com ela pra qualquer coisa.
Animal de Estimação: Uma gata meio amarelada chamada, Lua.

Nome: Lohara Isabelle Darkheart
Apelido: Todos me chamam de Lola.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Prefiro assistir.
Objeto Especial: Um porta-jóias que ganhei do meu avô quando fiz dez anos.
Desilusão: Ter perdido meu avô.
Aparência: Magra, altura mediana, cabelos louros-avermelhados e levemente enrolados, olhos azuis claros.
Personalidade: A primeira coisa que se sabe sobre Lola é que ela é mimada. Tem todas as características de uma garota que sempre teve tudo. Ser filha única influencia mais ainda essa parte de sua personalidade. Além disso, ela gosta de se dar bem, não importa o que ela tenha que fazer para isso. É muito egoísta, não gosta de perder e nunca assume que errou. Sempre tenta jogar a culpa nos outros. Em Hogwarts, Lola encontrou mais pessoas como ela, e mantém amizade com essas pessoas, de quem realmente gosta. É apegada aos amigos e vive de aparências. Está sempre linda e perfeita. Mantém no rosto um ar superior, de quem sabe que o que quer consegue. Perfeccionista como a mãe, Lola se cobra demais, tem sempre que ser a melhor em tudo.
Animal de Estimação: Um gato branco e peludo (persa) chamado Bubbles.

Nome: Maximillian Fierman Lonen
Apelido: Max
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim?
Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior.
Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro.
Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!)
Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris.

Nome: Andrey Storm
Apelido: Andy
Idade: 15 anos
Ano: 5º ano
Quadribol: Apanhador e capitão do time.
Objeto especial: Uma capa da invisibilidade.
Desilusão: Ter uma irmã na sonserina.
Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca.
Personalidade:Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto.
Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.


Nome completo: Elizabeth Chevallier Lindenberg
Apelido: Lizzie
Casa a que pertence: Sonserina
Idade: 15
Ano escolar: Quinto
Posição no quadribol: Artilheira
Varinha: Cerda de um testrálio, bordo, 9 polegadas. Boa para azarações e maldições.
Objeto especial: Um anel que contém uma serpente com olhos de esmeralda, que fica guardado em sua gaveta, presente de seu avô, um ex-sonserino.
Desilusão: Ver que sua irmã é tão infantil e patricinha.
Aula que mais gosta: Defesa Contra a Arte das Trevas e Poções.
Aula que mais detesta: Aritmancia.
Quem admira: Não tenho tempo para ficar achando ídolos nos quais me inspirar.
Aniversário: 13 de Agosto.
Signo: Leonina.
Sonho secreto: Você realmente achou que eu ia falar?
Aparência: Alta, olhos cinzas, cabelos loiros lisos levemente ondulados.Tem um corpo esbelto, é realmente linda e tem a aparência delicada, embora não a seja.
Personalidade: Elizabeth é uma garota extremamente teimosa e decidida. Sempre consegue o que quer. Diferente da irmã, Catherine, nunca se interessou por futilidades. Tem tendência e perder a paciência com lufa-lufanos e gosta de "praticar" maldições e azarações em primeiranistas desavisados. Quando está em casa sempre consegue irritar seu pai, que a deixa de castigo. Orgulhosa, gosta sempre de dar a última palavra. Adora quadribol e é artilheira da sua casa, Sonserina. Tem habilidade em duelos e é excelente em preparo de poções. Ainda contra a criação que lhe fora imposta, a menina não se preocupa com questões de sangue. Claro que todo o convívio com a família lhe impôs um certo nojo por pessoas de sangue-ruim. Apesar de não ser um modelo de aluna sempre passou com méritos em todas as matérias. É sempre cabeça-dura, mas também é bem-humorada e divertida. E tem o seguinte lema: não me incomode que eu não te mando pra ala hospitalar.
Animal de estimação: Uma coruja acinzentada chamada Hades, que é extremamente inteligente e temperamental.

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domingo, 30 de outubro de 2005

SDP

Estava dando uma vista de olhos nos blogs HP e encontrei um que adorei.





O Pedro é fantástico fazendo as dolls.
Vale a pena visitar.

:: Enviado por Renan - 13:06:57 ::
6 comentários.

terça-feira, 25 de outubro de 2005

O Grande Salão estava apinhado de estudantes que começavam ou finalizavam seu jantar após a primeira semana, exaustiva diga-se de passagem, de aula. Elizabeth caminhava calmamente esquadrinhando o salão milimétricamente com seus olhos cinzas até que localizou quem procurava. Seu amigo Stephen Ludwig. Ela caminhou, como se traçasse uma linha reta, até o sonserino e sentou-se a uma cadeira do seu lado não sem antes receber um olhar reprovador de Lola, algumas cadeiras distantes do rapaz.
-Não cumprimenta mais amigas Lud? - perguntou a menina com um visível tom de diversão na voz.
-Lizzie!- surpreendera o garoto com a repentina chegada - A quanto tempo! Eu não lhe vi, desculpe-me - disse após cumprimentar a garota.
-Está perdoado - falou brincalhona - Como foram as férias?
-As férias foram ótimas com exceção aos ataques histéricos de John, agora ele no seu terceiro ano, sim o pirralho cresceu - acrescentou a ver a cara de espanto da garota - parece que fora ontem que entrei pela primeira vez aqui, o tempo passa rápido não é mesmo? - falou o garoto e fez uma breve pausa a qual ele caíra em pensamentos profundos do passado - E as suas?
-Ah, como sempre - respondeu a menina dando ombros - Tendo que aturar crises histéricas de Catherine, agüentar as futilidades de mamãe, e para coroar agüentar os monólogos diários e chatos do meu pai. - ela terminou com um revirar de olhos.
Stephen Sorriu docemente enquanto servia-se da última garfada de sua sobremesa.
-Família, dá para entendê-los?
A menina sorriu em concordância enquanto cruzava os braços e observava atentamente a mesa à direita dos dois. A mesa dos lufa-lufanos. De repente um brilho curioso se fez em seus olhos, normalmente inexpressivos e um sorriso malicioso transpassou pelos seus lábios. Acenou a cabeça em direção a dois lufa-lufanos que se levantavam da mesa para responder a pergunta muda do amigo.
-O que houve? De papo com lufanos Lizzie? Que horror... -Disse servindo-se de mais suco de abóbora
-Ai, isso foi realmente nojento Lud. - falou fazendo uma careta que fez o amigo se afogar em um gole de suco. - Sabe, desde que cheguei não tive muito tempo de aprontar nada - sorriu - O que me diz?
-Estou sempre pronto para aprontar Lizzie, você sabe. - sorriu maliciosamente
-Esse sim é o Lud que eu conheço - falou dando o braço ao amigo.
Stephen levantou-se e aceitara o braço da garota. Eles passaram andando pelo salão inteiro até a mesa da casa do texugo, sob o olhar atento de Lola.
-Estamos chegando no chiqueiro - comentou o loiro.
-Realmente está começando a feder - complementou a menina e os dois riram maldosos.
-Tá bom, escolha a ou as vitimas Li.
-Hmm... - fez a menina correndo os olhos pela mesa onde alguns dos alunos os olhava curiosos, alguns temerosos. - Para não ser injusta aqueles dois quintanistas ali - apontou ela a um canto onde dois meninos comiam rapidamente.
-Tudo bem - disse Stephen retirando as luvas de dragão dinamarquês do bolso de suas vestes e colocando-os.
Stephen e Lizzie andaram vagarosamente até os dois escolhidos, Stephen apertara a mão no ombro do primeiro garoto:
-Olá lufano - disse Stephen observando Lizzie chegar próximo ao outro garoto.
-Olá, está boa a janta? - perguntou com falsa educação.
-Está - respondeu ele sem tirar os olhos do prato, quando finalmente ele resolveu olhar para ver quem falava com ele se afogou com a comida provocando caretas de nojo no rosto da menina.
Ela se afastou alguns passos e empunhou a varinha com firmeza. Olhou para o loiro ao seu lado que acenou positivamente com a cabeça.
Stephen olhara atentamente dos lados, retirara sua varinha e a apertara forte contra a cabeça do garoto:
-Esperamos lá fora, se não forem amarelar como a casa de vocês - disse Stephen olhando atentamente para a mesa dos professores.
O garoto retirara a varinha da cabeça do garoto e saíra do salão seguido por Lizzie, dentro de poucos minutos os dois lufanos, desconcertadamente, apareceram nos extensos jardins:
-Não é que os imundos vieram? - comentou maldosamente.
-E eu que achava que não iriam ter coragem nem para sair dos acentos onde estavam - riu a menina.
Os dois lufanos começaram a ficar vermelhos e um deles, o que Lizzie tinha abordado no salão, retirou a varinha do bolso, porém antes que pudesse proferir algum feitiço a sonserina o imobilizou rapidamente com um impedimenta.
-Boa mira! - comentou Stephen rindo - Minha vez - disse sacando a varinha enquanto o outro lufano saia correndo do local. - Petrificus Totalus! - Gritou o menino tentando acertar a mira.
O feitiço percorrera por um longo trajeto até encontrar o garoto, derrubando-o imovelmente no chão.
-E eu achando que precisava treinar-disse Retirando as luvas.
-Chega a ser chato de tão fácil - comentou a menina fazendo pouco caso.
Eles andaram calmamente lembrando-se de pular sobre os imobilizados lufanos. Chegaram até o Hall, mas foram interrompidos por Potter e Cia.
-Já não bastava aqueles dois imundos lá fora Salazar? Porque colocaste mais panacas, imundos e idiotas em meu caminho? - zombou Stephen
A menina riu com gosto. Sirius e Tiago os olhavam fulminantes, Pedro, mais atrás, contentava-se em observar e Remo olhava dos amigos aos sonserinos com uma leve ruga no cenho.
-E então, vão ficar aí no caminho é? - perguntou Lizzie impaciente cruzando os braços em tom de desafio.
-Quer passar Lindenberg? - riu Sirius colocando a mão dentro das vestes
-Deixa eu lhe dar uma má notícia, ou quer fazer as honras Sirius? - falou Potter ajeitando os óculos
-Fique a vontade - riu o rapaz.
-Para passar por aqui, terá que passar por nós. -Sirius, Tiago, vocês...- começou inutilmente Lupin
-Cala a boca senhor certinho - disse Stephen - Engraçado, não estou vendo ninguém aqui com capacidade o bastante para nos impedir de passar. Está Li?
-Na verdade não estou não Lud. - ela fingiu preocupação olhando para os lados e depois olhou profundamente nos olhos azuis acinzentados de Sirius como se o desafiasse a fazer alguma coisa.
Ela arqueou uma das sobrancelhas, curiosa, olhou para o amigo e um trejeito de riso se formou em seus lábios. Novamente empunhou a varinha e falou simplesmente:
-É melhor que vocês gostem da Madame Pomfrey, pois vão passar bastante tempo lá com ela - falou em tom desafiador.
Antes, no entanto que um dos dois marotos pudesse lançar algum feitiço nos sonserinos uma cabeleira ruiva se fez presente e Tiago logo abaixou a varinha para levar a mão aos cabelos dando um de seus melhores sorrisos. Sirius revirou os olhos e guardou a varinha tal como o amigo. Os sonserinos riram debochados.
-O que está acontecendo aqui? - perguntou Lílian Evans, a monitora, com um tom de autoridade e desconfiança.
-Nada, meu lírio, o que poderia estar acontecendo? - respondeu Potter docilmente. -É Evans pra você Potter e quanto ao que poderia estar acontecendo entre dois sonserinos que ainda empunham suas varinhas e os dois maiores armadores de confusão da escola é realmente difícil de deduzir não? - falou ela rispidamente.
Elizabeth revirou os olhos e olhou para Stephen que meneou a cabeça em concordância. Já era hora de o show dar por terminado.
-Terminamos isso depois - disse Stephen recolocando a varinha no bolso interno de suas vestes e saindo do local.
Elizabeth já estava para segui-lo, porém Black a segurou pelo braço.
-O que você acha de nós terminarmos em um lugar mais discreto - perguntou ele rindo maliciosamente.
-Eu acho que eu já tive a minha dose de repugnância pelo dia Black. Por que não pergunta pra a McKinnon? Tenho certeza que ela não desperdiça 'restos' das outras. - falou ela venenosa e saiu sorrindo vitoriosa em direção ás masmorras.

Post em conjunto por Elizabeth e Stephen

:: Enviado por Lizzie - 20:59:30 ::
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segunda-feira, 17 de outubro de 2005

Várias meninas sorriam como bobas ao verem Thiago Potter e Sirius Black entrarem na Sala Comunal da Grifinória, outra cochichavam e soltavam risinhos ao vê-los passar. Isso já era tão normal que os que estavam em volta nem ligavam mais. Para a tristeza das garotas que estavam por lá, os dois se dirigiram para duas garotas que conversavam animadamente perto da lareira.

- Spellman e Graham, você podem me dizer que história é essa de ajudar o Storm a escolher o time dele?? - Tiago sentou ao lado da Liv e tentou fingir que falava sério. - Só porque ele tem um tombaço pela nossa artilheira, não quer dizer que iremos entragar nosso ouro.

Sirius sentou ao lado da Cal e também se esforçava para fazer um rosto zangado, o que falhava terrivelmente. Um sorriso já estava plantadono rosto.

- Oi chefe, tudo bem? - Cal respondeu ao Tiago. - Como vai a vida? Quem bom que teve boas férias... As minhas também foram ótimas, obrigada por perguntar.

- huahuahua, agora ela te pegou. Ficou parecendo um mal educado. Tsc tsc tsc, se o Remo sabe disse, te passa um sermão. - Sirius brincava junto de Cal.

Um sorriso discreto aparece no rosto de Liv ao ouvir o nome do amigo dos grifinórios e os olhos dela varreram a sala a procura do dono do nome.

- hehe, está bem Cal. Me pegou... Mas me expliquem como vocês me traíram para ajudar o outro apanhador? Somos um time, certo?

- Claro que somos, mas também somos amigas dele e ele pediu uma força. Nada demais.

- Sei sei... O mínimo que podem fazer é ver como vai ser o time e me falarem depois apra montarmos uma estratégia, afinal o Storm é um bom jogador e temos que continuar com a Taça ou a Minnie nos mata.

- Ei, não somos suas espiãs. - Liv se afastou um pouco do capitão do time.

- Realmente você parece com o Lupin nesse sentido. - Sirius falou. - Muito certinha! Ainda bem que tem uma amiga para equilibrar a equação.

- Com licença, mas você acabou de me chamar de que? De arruaceira ou acha que qualquer coisa que seja errada eu tô participando?

- Os dois, claro! - Sirius abriu um sorriso que iluminou ainda mais seu belo rosto.

- Antes que vocês continuem o romance, eu vim avisar que teremos no domingo que vem a seleção do nosso novo artilheiro. Já reservei o campo e vou avisar o Horpais e a McCartney. Vocês vão ter que me ajudar a escolher quem terá mais harmonia. E nem pensem em querer ajudar mais o time lufano que o nosso!

As duas grifinórias bateram continência e falaram em uníssono: - Sim senhor!

Os quatro continuaram a traçar suas estratégias de voos e jogos. Cal e Liv eram ótimas artilheiras e os outros também excelentes jogadores, mas o que fazia o time da grifinória ser tão bom era a cumplicidade e harmonia que tinha entre eles. Todos ajudavam nas manobras e treinos, todos podiam dar suas idéias e isso ajudava na união entre ele.

:: Enviado por Cal - 13:44:14 ::
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domingo, 16 de outubro de 2005

Asheley! Asheley!

A sonserina se virou com dificuldade. Acabara de tocar pro inicio de uma nova aula e os corredores estavam cheios de alunos apressados e faladores.

-Mary? O que é que você quer?

-Eu preciso falar com você agora!

-Olha eu não posso ir agora, tenho aula e...

-O seu padrinho o Clark ele mandou uma carta. Falou a corvinal tirando da bolsa um pequeno envelope.

-Hã? E por que não mandou logo pra mim? Ele nem é nada seu...

-Vamos pra biblioteca vem!Falou a loira puxando a prima.

A biblioteca estava repletas de alunos do 1° ano que estavam em intervalo. Os murmúrios lembravam o corredor.

-Droga não tem mesa! E a Madame Pince nem está na sua!

-Eu resolvo isso! Falou a sonserina se dirigindo a uma mesa onde 3 lufanos riam de uma figura dançante em um livro.

-Petrificus Totalus!

Um dos garotinhos caiu duro no chão, enquanto os colegas se levantaram assustados, chamando a atenção dos outros alunos.

-Por que você fez isso? Eu vou falar a Madame Pince! Berrou um deles desafiando Asheley.

-Eu não vou gastar minha bela voz com um vermezinho amarelo. Vamos circulando vamos, se não quiserem que aconteça a vocês o mesmo que com seu amiguinho.

-Mas nós chegamos aqui primeiro, você não tem direito de fazer isso!

-Problema de vocês se chegaram primeiro ou não, eu quero a mesa. É por isso que eu odeio lufanos são pequenos vermes que acham que podem alguma coisa. Vamos circulando...

Um dos meninos enxugou com a manga lágrimas que teimavam em descer pelo olhos. Junto com o amigo pegaram o "petrificado", o arrastando até a saída. Asheley se sentou na mesa sorridente.

-Asheley... não precisava ser tão dura...o coitadinho chorou e...

-É por isso que você não é sonserina Mary Kate! Por que você é mole demais! Anda logo, me mostra essa carta! Falou impaciente.

-Toma

Com rapidez um pequeno papel saiu do envelope, que logo foi aberto.

Querida Asheley,

Bom eu sei que não sou um padrinho exemplar, que nunca lhe escrevi e tal, mas essa carta é sincera. Talvez seja o afastamento que eu tenho da sua família, meu emprego me afastou muito tempo da sua família, sem tempo de te ver. Mas o que eu estou escrevendo é muito sério e peço que fique em sigilo. Você ainda não deve ter conhecimento disso, mas existe um poderoso bruxo chamado de...vou cita-lo como Você-Sabe-Quem está certo? Esse Você-Sabe-Quem, é um bruxo que tem reunido muito poder e é um dos bruxos mais poderosos que existe na atualidade. Ele recruta alguns bruxos, para serem seus seguidores e que executem as ordens dele. Ele só recruta bruxos sangues-puros já que o intuito dele é eliminar os trouxas-bruxos, e os mestiços para que a soberania bruxa domine. Ele já matou algumas famílias coisa que foi abafada pelo Ministério. Bom...eu tive a infelicidade de passar um tempo como "recruta" dele e devo garantir que ele...é um animal sem coração e escrúpulos! Faz de tudo pra que seus planos dêem certo sem se importar se vai ter que matar famílias inocentes ou não. Eu sai desse grupo insano dele, mas lá encontrei conhecidos como...seus pais! Asheley não quero colocar você contar eles, mas como padrinho senti que era meu dever te alertar. Então qualquer coisa, eu estou aqui ok? Pode contar comigo mesmo! Ah...mandei a carta pro nome de sua prima por segurança entende? Um abraço!

Clark Allister



-Ash...o que você vai fazer com essa carta? Perguntou Mary com os olhos azuis demonstrando espanto.

-Mostrar a fontes seguras, não se preocupe -sorriu a garota se levantando- Vou ver se ainda entro na sala, tchau Mary, a gente se vê.

Estava explicado o sumiço dos pais nas férias. Mas por que esconder? Talvez ordens do Você-Sabe-Quem? Seu padrinho não lhe conhecia mesmo... Tinha algumas duvidas ainda, mas simpatizara com esse bruxo. Principalmente com seus objetivos! " Já imaginou um mundo sem Graham's, Evans ou lufanos? Que paraíso!!"

:: Enviado por Asheley Doyle - 09:32:03 ::
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sexta-feira, 14 de outubro de 2005

A grifinória de olhos azuis como o céu nos dias de verão estava deitada em sua cama de colunas, no dormitório feminino da casa dos leões. Revirava-se de um lado para o outro, sem conseguir pegar no sono. Olhou para a cama ao lado, onde jazia a amiga Callista, que murmurava algumas palavas incompreensíveis e mexia-se no leito de quando em vez. Possivelmente, sonhando... - pensou a garota.

Dez a zero para a insônia. Cansada de permanecer deitada à espera de Mofeu, Liv Spellman sentou-se em sua cama e calçou as pantufas. Abriu seu malão, pegando a boneca-diário que Cal lhe dera quando recomeçaram as aulas. Pé ante pé, saiu sorrateira do quarto, dirigindo-se silenciosamente para a Sala Comunal.

Encontrou sua poltrona preferida desocupada - às duas da manhã, não precisaria disputar o assento defronte a lareira com ninguém. A sala estava às moscas mesmo... Aconchegou-se na poltrona macia, sentindo seu corpo afundar nela. Olhava para os últimos chamuscos da lareira. Apenas umas poucas velas forneciam uma iluminação tênue ao ambiente. Liv olhou para a boneca, e começou a contar-lhe os seus devaneios... Era a primeira vez que usava aquele tipo de diário. Assustou-se quando percebeu que a boneca lhe escutava e fazia algumas expressões faciais ao ouvir o que a garota dizia.

Essa Cal! - pensou alto a menina - Vive me pregando peças! Amei!

Perdida em seus pensamentos, sobressaltou-se quando ouviu repentinamente uma voz conhecida atrás dela.

- Pelo visto, há mais insones nesta casa - disse sorrindo um garoto de cabelos castanho-claro, fazendo Liv corar de leve e sentir uma ligeira palpitação.

- Olá, Lupin. Não o percebi descendo... Estou tão absorta que nem ouvi seus passos...

Ele sorriu, sentando-se no puff ao lado da amiga.

- Posso lhe fazer companhia?

- Claro...

Durante alguns segundos ou minutos, ela não saberia dizer, reinou um silêncio tão profundo quanto poucos silêncios eram capazes de ser. Nem as cigaras e as corujas eram ouvidas do lado de fora da torre.

- E essa boneca? Interessante, nunca vi nenhuma delas por aqui.

- Ganhei da Callista.

- E, pensando bem, eu nem poderia ter visto uma dessas, nem tantas outras coisas... Tem tanto que não posso ver!

Ela encarou o rapaz de um jeito intrigado. Afinal, o que ele estava tentando dizer?

- Bom... Você... quer conversar? Se precisar falar, algo que queira desabafar, dizer, sei lá, sei que você tem seus amigos, mas mesmo assim, se quiser... - disparou a menina, obtendo apenas um olhar penetrante e agradecido de seu interlocutor, que esboçava um sorriso suave no rosto jovem e bonito.

- Um dia, quem sabe? - respondeu o grifinório - No momento, prefiro calar. Preciso calar. Prometi isso a mim mesmo e ao... Bom, melhor eu voltar para a cama, se Sirius e Tiago acordarem e não me encontrarem, é bem capaz de descerem e começarem uma festa aqui. Boa noite, Spellman.

- Boa noite, Lupin.

Ele se levantou, subindo as escadas e sumindo da vista de Liv ao entrar no dormitório. Ela afundou-se novamente na poltrona e recomeçou a conversar com a boneca.

- Precisamos de um nome para você... - dizia enquanto mordia os lábios, pensativa - e preciso parar com isso, ele é discreto, inteligente e muito reservado. O que ele veria em alguém como eu?

E enquanto pensava, ora num nome para a boneca, ora no amigo que havia estado ali minutos antes, nem percebeu quando dormiu...

:: Enviado por Liv Spellman - 09:48:02 ::
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quinta-feira, 13 de outubro de 2005

As aulas começaram à uma semana e sinto-me estranha. Estarei doente? Não sei, talvez. O melhor é escrever a alguém para me aconselhar. Posso escrever à avó, ela costuma sempre ter algo para dizer. Ou então à Lisa, foi sempre a ela que lhe confiei os meus problemas. Ou também posso escrever... à mãe.
Oh, mãe, quem me deta que estivesses aqui. E não estás porque não queres.
Duas lágrimas correm-me no rosto e lembro-me quando tudo aconteceu.

"Naquela altura tinha dois anos. Tinha acabado de chegar de um passeio que tinha feito com os meus irmãos e a Ama que tomava conta de nós. Chamava-se Anebell, mas tratávamo-la por Ane. Acabávamos de chegar a casa. Quando entrámos só vimos a casa toda de pernas para o ar e a minha avó consolando o meu pai, que estava complatamente arrasado.
Tinham estado lá em casa e prenderam a minha mãe, acusada de ser uma seguidora de Lord Voldemort. Pensei: "Que ridículo!".
Mas os meus temores viriam-se a confirmar. No dia do julgamento a minha mão viria a confessar. Os juízes decidiram que se ela revelasse nomes de outros seguidores, ser-lhe-ia consedido o exílio no Canadá, não podendo voltar nunca mais a Inglaterra . E assin suecedeu.
Os primeiros tempos sem a mãe foram horríveis. Parecia que tinha morrido alguém. Mas, pouco a pouco o ambiente foi melhorando.
Agora somos uma família feliz, mas à situações em que percebo a falta que uma mãe faz. "

:: Enviado por Renan - 10:15:31 ::
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quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Era a primeira aula de poções e uma grifinória de olhos violeta estava mais uma vez errando tudo. Por mais que Callista se esforçasse, essa matéria não era uma das que poderia afirmar que sabia. Era uma negação e não conseguia aprender.

Ao final da aula, para variar, sua poção não estava como deveria. Estava marrom ao invés do verde claro que via no caldeirão de Lilian Evans. Com um suspiro viu o olhar reprovador do professor Slughorn no seu frasco e sentiu que iria ouvir mais um sermão. Mais um, pois desde o 1º ano ela ouve que tem que se empenhar mais.

O professor de poções sempre tenta fazê-la aprender sua matéria, se interessar. Ele diz que não pode uma Graham ser tão ruim em algo. Ela nem sabe como conseguiu passar todos esses anos. Cal sabe que escreve bons trabalhos e dissertações, mas na hora da prática é uma péssima.

- Srta. Graham, fique após a aula. Também o senhor, Snape.

Com profundo desgosto Cal se despediu da sua amiga e ficou aguardando a saída de todos. Viu os risos e sussurros entre Lohara e Asheley e tentou ignorar, mas sentiu seu rosto ficar avermelhado. Severo Snape olhava com profundo desgosto para ela que olhava de volta desafiando ele falar alguma coisa.

- Os dois, aproximem-se por favor. Nosso diretor teve uma idéia para aproximar as casas da Escola, principalmente as casas que tem mais brigas. Em cada turma um aluno de uma casa irá dar aula para um aluno mais fraco da casa oposta.

Os rostos dos dois jovens ficaram em estado de horror após ouvirem as palavras de seu professor e olharem um para o outro.

- Eu me recuso a dar aula para uma energumera dessas. Ela é uma negação nessa matéria e só irá me atrasar. - O sonserino tentava argumentar com seu professor.

- E eu não preciso dele, posso estudar com a Evans que é a melhor da classe. E se for de outra casa posso pedir para a Juliet Dorthly, da Corvinal, me dar aulas.

- Acho que vocês não entenderam. Isso não foi um pedido, foi somente uma comunicação. A senhorita não irá conseguir passar esse ano, pois as poções ficarão cada vez mais difíceis. E o senhor é um ótimo aluno que deverá obedecer seu professor e diretor da sua casa.

Os dois iriam argumentar novamente, mas Slughorn os interrompeu avisando que o assunto não estava aberto para discussões. Era sua palavra final.

Resmungado, Cal e Severo saíram da sala.

- Tudo culpa sua. Se não fosse tão burra em poções eu não precisava ficar preso a você.

- Se você não fosse alguém tão desagradável de ficar ao lado, eu até pediria ajuda. Nunca neguei que não sei essa matéria.

- Que seja. Depois eu mando uma coruja marcando sua aula. Aviso que não vou ficar mudando meu precioso horário para te encaixar.

- Faça como quiser. - A grifinória virou as costas para o sonserino que estava com a cara mais fechada possível.

Callista estava pensando como iria sobreviver se ficasse mais que 5 minutos na presença daquele sonserino nojento e seboso. Ela iria acabar esganando ele na primeira vez que a chamasse de sangue-ruim. "Mas não posso negar que ele é bom na matéria..."

Procurou Liv ao entrar no Salão onde todos estavam almoçando, quem sabe ela poderia ajudar com alguma idéia. Viu o braço da sua amiga chamando, viu a curiosidade no olhar dela. Pelo menos ela não iria passar um sermão sobre como deveria estudar mais, o que com certeza ouviria do seu irmão assim que ele soubesse.

:: Enviado por Cal - 13:24:01 ::
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segunda-feira, 3 de outubro de 2005

Era uma manhã peculiar. Aliás, todas as primeiras manhãs do início do período letivo em Hogwarts eram sempre peculiares.
Andrey estava sentado na mesa da sua casa, Lufa-Lufa. Comia uma torrada com geléia de framboesa e tomava um copo de leite enquanto lia os horários, recém-recebidos.

- Dois tempos de poções esta manhã com a Corvinal... - pensava o rapaz.

Andrey gostava de estudar. Mas sua cabeça estava a mil, tinha outras coisas que o deixavam ansioso e excitado. Fora eleito capitão do time de quadribol da sua casa, e juntamente com o pergaminho contendo o horário escolar, recebera uma lista dos alunos interessados em ingressar no time. Ele jogava com maestria na sua posição de apanhador. Talvez só perdesse em técnica e em jogos para Tiago Potter. Mas, Andy tirava o chapéu. Potter realmente era um exímio jogador.

A professora Sprout, diretora de sua casa, avisava no rodapé da lista que ele deveria agendar um teste de seleção para escolher os novos jogadores. Animado com a idéia, engoliu rapidamente sua pequena refeição e levantou-se num salto. Foi até a mesa da Grifinória.

- Oi Liv! - cumprimentou o rapaz, e em seguida, corando um pouco, cumprimentou a garota ao lado - Oi Cal...

As meninas sorriram e o convidaram para acompanhá-las até a área externa do castelo. Elas teriam aula de Trato das Criaturas Mágicas.

- Ah, não posso, infelizmente, senão me atraso para poções...

Contava animado sobre o treino que deveria marcar e as garotas prometeram comparecer, para ajudá-lo na escolha.

- Deixa só Tiago saber que estamos ajudando Andy a escolher o time da Lufa! Ele torce o pescoço da gente! - dizia Callista, rindo.

- Torce o pescoço... sei... - Liv calou-se antes que dissesse algo inapropriado a respeito do colega de turma. Não que ela não simpatizasse com ele, mas o achava um tanto quanto exibido demais... Para sua tristeza, Andy tinha o pressentimento de que Callista não compartilhava com a amiga essa opinião.

- Grande Potter! Ele realmente vai ficar fulo da vida se souber que as duas artilheiras mais fantásticas de Hogwarts estão ajudando um adversário a selecionar o time!

Ouviu-se atrás dele, assim que acabou de dizer as últimas palavras, uma risadinha maligna e fininha. Virou-se para certificar-se de quem se tratava, afinal aquela voz lhe era extremamente familiar. Uma garota baixinha, de cabelos castanho-claros e olhos tão cinzentos quanto os de Andy estava parada atrás dele, com um sorrisinho cínico nos lábios.

- Mas meu irmão não toma juízo mesmo... Vive enfiado nessa mesa da Grifinória! - comentou a garota, olhando para as meninas - Olá, Liv, tudo bem?
- Olá Audrey! - cumprimentou Liv, sorrindo para a garotinha.
- O que você quer maninha? Por que não está na sua mesa, junto com seus coleguinhas da Sonserina comendo seu cereal?
- Ah, quis só ver o que você fazia aqui... Você está de olho em qual das duas, mano? Pode abrir seu coração pra mim!

Andy olhou furioso para a irmã e ela, rindo escandalosamente, saiu correndo antes que ele pudesse dizer qualquer resposta.

Audrey era sua imã caçula. Mimada pelos pais, protegida pelo irmão, 3 anos mais velho que ela, tinha um gênio difícil de se lidar, uma língua ferina e afiadíssima, metia-se em tudo quanto era assunto que não lhe dizia respeito e foi a primeira descendente dos Storm a ser selecionada para a Sonserina. Gostava de Liv, afinal eram vizinhos quando crianças, e aprendera a conviver e a gostar da garota antes que houvessem as divisões (e as "guerras") de casas dentro da escola. Mas estava adquirindo o jeito de ser tão característico da casa a qual pertencia, e olhava para as demais como inferiores, incluindo a de seu irmão e, principalmente, a Grifinória. Apesar disso, não era uma menina má. No alto dos seus 12 anos, era apenas uma criança, uma garotinha boba e imatura, que adorava seguir os amigos e suas tendências.

- Não liga, Andy, você já conhece, sabe como é a Audy - dizia Liv ao rapaz.

- É, criança fala coisas que não deviam mesmo - completou Cal, sem disfarçar o sorriso escancarado que se esboçara em seus lábios com a insinuação da garota.

- Mesmo assim, alguém tem que dar um jeito nessa menina... Ela está ficando impossível!

Despediu-se das amigas e começou a caminhar a passos apressados em direção às masmorras. Essa menina! O que será que Callista iria pensar?

- Essa minha irmã acaba com a minha moral - pensava alto, enquanto andava.

:: Enviado por Andrey Storm - 15:36:57 ::
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sábado, 1 de outubro de 2005

O primeiro dia em hogwarts não podia ser pior.Nuves carregadas estavam espalhadas por todo o céu, o que dava a sensação de que a qualquer momento uma grossa e demorada chuva iria ter inicio. Stephen no entando parecia nem notar o temporal que lentamente começava a se formar. Ele estava andando distraidamente por um longo corredor do terceiro andar. Olhava atentamente cada quadro de cada bruxo que estavam ali se mexendo, conversando e até mesmo dormindo. Stephen achava curioso todos aqueles aspectros de bruxos na parede olhando-o, mas não ligava, sabia que era superior e de uma beleza incomparavél, por isso atraia tantos olhares.

-Segurem esse gato!- Gritou um pequeno menino que corria rapidamente atrás de um gato preto.

-Ele foi por ali!-Gritou uma segunda voz feminina.

Stephen retirou sua varinha e aguardo não mais que alguns segundos. Um gato preto com olhos cor de âmbar saltaram para cima dele, com as longas e afiadas garras prontas para o ataque. Stephen não se moveu apenas mexeu rapidamente os lábios:

-Petrificus Totalus!-Ordenou ao gato que caiu feito uma pedra aos seus pés.

-O que você fez com o meu gato?-Gritou o menino de vestes pretas com detalhes azuis.

-Rockweel, tudo bem?-Gritara a voz feminina chegando proxímo onde o sonserina estava.

-Estaria ÓTIMO se não fosse pelo fato desse sonserino petrificar meu gato Trith.

-Aprenda a cuidar melhor de seu animal. E não sei porque você quis um, pelo oque vejo já tem um animalzinho nojento que lhe segue-Falou o loiro apontando a garota de longos cabelos negros com a cabeça.

-Ora, cale a boca seu.. seu.. sonserino!

-Existe uma coisa que se chama biblioteca, e lá outra que se chama livros, realmente aumentaria seu vocabulário se a visitasse-a algum dia.

-Cala a boca seu inescrupuloso!

-Uhull a garotinha sabe uma palavra dificil! Trith, não é mesmo? Eu coheço a sua familia, já foi nobre uma vez. A sim, a umas quatro ou cinco gerações atrás. Se as minhas contas estiverem certa seu pai deve ser o falido Gevuráh Trith, o qual teve que pedir dinheiro emprestado ao ministerio para pode manter o muquifo em que vive.

-Impedimenta!-Gritou o menino.

Stephen não estava esperando um ataque, não vindo dele. Ele fechou rapidamente seus olhos e nada aconteceu. Ao reabri-lós percebeu que havia alguém na sua frente.

-John, que surpresa agradavel.-Riu Stephen

-Eu esperava que no mínimo, alunos do quinto ano soubessem fazer um feitiço de proteção, irmãozinho.

-Ninguém pediu para você estar aqui, volte para os seus amiguinhos sem futuro e me deixe em paz.

-Bellatrix será muito importante no futuro. De se olhar percebe-se isso, agora olhando para você meu caro...

-Olhando para mim você vê a perfeição meu irmãzinho, seus olhos não devem estar acostumados com isso ainda.

Stephen e John emplacaram em uma comprida discussão, a qual a brecha fora aberta para Rockwell e Trith sairem do local levando o enfeitiçado gato com eles.

-Porque não me esperou? Sabia que eu viria para Hogwarts! Custava me esperar para pegarmos o trem juntos?

-Sabia que era isso, você está com pena porque eu não lhe esperei para pegar o tremzinho de vinda a Hogwarts. Me Poupe John, eu tenho mais o que fazer.

-Ótimo mamãe irá adorar saber de tudo isso.

-Ahn sim, havia me esquecido, a criançinha não consegue fazer nada sozinho, tem sempre que envolver familiares no meio, não é mesmo?

-Quer saber Stephen, esquece que eu existo!-Disse o pequeno garoto dando as costas para o irmão e saindo andando.

-Será um imenso prazer fazer isso, John!-Gritou Stephen em resposta ao garoto que descia as escadas.


*Postado Por: Stephen Ludwig

:: Enviado por * - 01:43:01 ::
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