![]() Apelido: Cal Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: Artilheira Objeto Especial: Minha varinha, símbolo que sou bruxa! Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas... Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta tenção. Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa. Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita ![]() Apelido: Não tenho Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: Artilheira Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos! Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós. Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis. Personalidade:Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva. Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien. ![]() Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele. Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom) Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família. Desilusão: ser menosprezado por suas origens. Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe. Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões. Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela). ![]() Apelido: ---- Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Batedora Objeto Especial: Livro de pensamentos Desilusão: Me tratarem como o bebe da família Aparência: Rapariga alta (talvez a mais alta de Hogwarts), de cabelos compridos no seu castanho bem claro, tom de pele moreno e olhos castanhos, como não gosta da saia do uniforme, usa sempre botas, diz que não gosta que lhe vejam as pernas. Personalidade: Personalidade orgulhosa e doce ao mesmo tempo, corajosa, sempre pronta a uma partidazinha qualquer pessoa, principalmente à Helena Syndar, da Corvinal, a tipa mais emporoada que já conheceu, tem a mania de falar pelos cotovelos e era bem capaz de ir até ao fim do mundo para salvar o seu querido gato Zeus. Animal de Estimação: um grande gato preto chamado Zeus. ![]() Apelido: Juli Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro". Objeto Especial: A pena, presente da mãe. Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa. Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri. Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo. Animal de Estimação: um gato chamado "Miau". ![]() Apelido: Nari Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Artilheira Objeto Especial: Uma adaga de cristal, encontrada em um cofre sob sua casa. Desilusão: Sempre ter sido considerada excêntrica por sua família materna, por causa de seus devaneios repentinos que são quase visões, embora ela não seja vidente. Aparência: Cabelos louros, compridos e meio ondulados, olhos verdes claros e parecendo sempre estar sonhando acordada. Personalidade: É uma garota esperta, astuta e sabe raciocinar bem sob pressão, ao contrário de muita gente. Desde pequena sofre de alguns desmaios acompanhados de flashes, como visões - embora já tenha sido confirmado que a garota não é vidente - mas que, de algum tempo para cá, têm sido úteis. Socialmente, Nari tem espírito forte e competitivo, e sonha em comandar o time de Quadribol da Corvinal. Animal de Estimação: Amber, uma coruja negra de olhos dourados. ![]() Apelido: Lud Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Batedor Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe. Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros. Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis. Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto. Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves femea chamada Mandy. ![]() Apelido: Não tenho apelidos, na verdade os detesto. Idade: 15 anos Ano Escolar: 5ºano Posição no Quadribol: Não jogo...Prefiro a platéia. Objeto Especial: Uma capa de invisibilidade, ganhei de aniversário dos meus avós. Desilusão: Hogwarts aceitar sangues-ruins. Aparência: É um pouco mais alta que as meninas em comum, tem a pele muito branca, chegando a ser um pouco pálida. Cabelos castanhos, lisos e abaixo do ombro, olhos castanhos claros que mostram um ar de superioridade. Personalidade: É uma garota muito orgulhosa e cheia de si. Dificilmente assume seus erros e é meio mandona. Rebelde, fala o que quer, e sem pensar. Tem um jeitinho meio louco, e um pouco preconceituoso. É amiga de todos, que segundo ela merecem e odeia falsidade. Dificilmente retorna a amizade com quem a trai. Tem um gênio meio difícil, apesar de ser meio calada. Gosta de conviver com pessoas que pensem iguais a ela. Se for amigo de Asheley, pode contar com ela pra qualquer coisa. Animal de Estimação: Uma gata meio amarelada chamada, Lua. ![]() Apelido: Todos me chamam de Lola. Idade: 15 anos Ano Escolar: 5º ano Posição no Quadribol: Prefiro assistir. Objeto Especial: Um porta-jóias que ganhei do meu avô quando fiz dez anos. Desilusão: Ter perdido meu avô. Aparência: Magra, altura mediana, cabelos louros-avermelhados e levemente enrolados, olhos azuis claros. Personalidade: A primeira coisa que se sabe sobre Lola é que ela é mimada. Tem todas as características de uma garota que sempre teve tudo. Ser filha única influencia mais ainda essa parte de sua personalidade. Além disso, ela gosta de se dar bem, não importa o que ela tenha que fazer para isso. É muito egoísta, não gosta de perder e nunca assume que errou. Sempre tenta jogar a culpa nos outros. Em Hogwarts, Lola encontrou mais pessoas como ela, e mantém amizade com essas pessoas, de quem realmente gosta. É apegada aos amigos e vive de aparências. Está sempre linda e perfeita. Mantém no rosto um ar superior, de quem sabe que o que quer consegue. Perfeccionista como a mãe, Lola se cobra demais, tem sempre que ser a melhor em tudo. Animal de Estimação: Um gato branco e peludo (persa) chamado Bubbles. ![]() Apelido: Max Idade: 14 anos Ano Escolar: 4º ano Posição no Quadribol: Batedor Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim? Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior. Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro. Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!) Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris. ![]() Apelido: Andy Idade: 15 anos Ano: 5º ano Quadribol: Apanhador e capitão do time. Objeto especial: Uma capa da invisibilidade. Desilusão: Ter uma irmã na sonserina. Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca. Personalidade:Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto. Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.
*Pensamentos de Callista *Liv Dreamer
*Magic Spell *Magic Story *Accio Cérebro
*Bruxo Potter *Expresso Hogwarts *Os Corresdores de Hogwarts *Planet Hogwarts *Amy Waters *Diário da Hillary *Serena Parks *Amy Morgan *A Penseira de Arwen Potter *Accio Dolls
Setembro-2005 Agosto-2005 Julho-2005
Magic Past |
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quarta-feira, 31 de agosto de 2005 |
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É sempre a mesma coisa, nunca acertam uma. Estou farta, e
parece que o pai também. ![]() Eu no dia do embarque para Hogwarts. :: Enviado por Renan - 10:50:30
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terça-feira, 30 de agosto de 2005
Um rapaz de 15 anos, alto e bonito caminhava por entre a
multidão de pessoas vestidas com capas e lotadas de sacolas que iam e vinham. O
Beco Diagonal, às vésperas do início das aulas na Escola de Magia e Bruxaria de
Hogwarts parecia um formigueiro. As pessoas faziam compras do material escolar
para mais um ano letivo. Livros, caldeirões, ingredientes para poções, vestes da
escola, varinhas, animais mágicos. Andrey Storm parou na frente da Floreios e
Borrões e espichou o pescoço o mais que podia, procurando atento por um rosto
familiar na multidão. Olhou seu relógio de pulso e pensou alto - atrasada,
como sempre.
Mal ele ergueu os olhos do relógio, sorriu. No meio do
povo, vinha se esgueirando e desviando de sacolas e pessoas, caminhando a passos
largos e apressados, uma garota baixinha, de pele muito alva, com os longos
cabelos negros esvoaçando e olhos muito azuis. Ela parou em frente a livraria,
ofegante, desatinada.
- Andy, desculpa, não foi culpa minha, eu tive que
passar na Madame Malkin e daí mamãe quis que eu fosse com ela escolher
ingredientes para uma poção e ela aproveitou para comprar outras coisas e me
pediu ajuda e então eu...
- Oi Liv, quanto tempo, tudo bem? Calma, acabei de
chegar! Como você está? Já fez suas compras?
- Ah sim, já, deixei algumas
sacolas com mamãe e... oh Merlin, vamos logo, estamos atrasadíssimos - disse ao
olhar o relógio no pulso do amigo.
- Atrasados? Pra quê?
- É que
combinei de me encontrar com a Cal na sorveteria, ela já deve estar me esperando
há séculos!
O rapaz sentiu o rosto corar. Tomou uma das muitas sacolas
da amiga para ajudá-la e foram caminhando, contando as poucas novidades das
férias. Ao longe ele avistou Callista sentada numa das mesinhas da calçada,
olhando para os lados, possivelmente procurando pela amiga. Sentiu agora o rosto
queimando. Como estava linda!
Aproximaram-se da mesa e Callista já foi
logo levantando.
- E eu achei que tivesse chegado atrasada, hein? - e
abraçou a amiga.
- Ah, é que mamãe pediu para que eu a ajudasse num monte de
coisas e a escolher um tanto de tranqueiras.
- Oi Graham, tudo bem?
-
Claro, tudo ótimo! - e foi abraçar o rapaz também.
Andy sentiu o coração
disparar e nem percebeu quando a garota se afastou dele. Ficou parado olhando
para ela, até sentir uma dor aguda nas costelas. Havia acabado de levar um
cutucão de Liv, que murmurou no pé do ouvido do garoto - baba menos ou vai
afogar minha amiga.
Passaram o restante da tarde conversando
banalidades, contando as últimas novidades e, claro, falando de quadribol. Andy
havia sido eleito o capitão do time da Lufa-Lufa e as garotas comemoraram
comprando sorvetes enormes de abóbora com coco e cobertura de caramelo.
Despediram-se enfim e Andy retornou para casa. Ele, suas sacolas e seus
pensamentos. Queria chegar logo em casa para se jogar na cama e lembrar dos
olhos cor de violeta da grifinória que andara lhe tirando o sono e povoando
sonhos.
:: Enviado por Andrey Storm - 19:51:47
::
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segunda-feira, 29 de agosto de 2005
Na manhã seguinte, antes mesmo do sol raiar, Mirella já estava
de pé. A garota trocou de roupa e saiu, pé ante pé, procurando fazer o mínimo de
barulho possível. Faltavam exatamente seis horas para voltar ao seu mundo. Os
avós eram fantásticos, mas eram trouxas. Mirella sentia falta da varinha mágica,
do quadribol, das práticas de feitiços do professor Flitwick e, acima de tudo,
das amigas. Ninguém poderia imaginar a falta que Chloe e Liv faziam.
Mirella caminhou até as baias onde os animais ficavam, e puxou Lorenzo
para fora. Lorenzo era o seu cavalo, presente do avô no penúltimo aniversário. O
melhor amigo. Era ele, o cavalo, quem conhecia todos os temores e inseguranças
da garota. Conhecia também as paixões e os desejos. Mirella e Lorenzo haviam
passado dois intermináveis meses juntos. E agora, era hora da despedida.
Saíram pelo campo, galopando. O ar fresco e úmido da manhã enchia os
pulmões de Mirella e gelava-lhe o rosto. Era uma sensação de liberdade
indescritível. O presente de Marthín ainda a deixava intrigada. Que música era
aquela? Que poderes aquele diário poderia ter? Ou era tudo fruto da sua
imaginação? Lentamente, o sol começou a surgir no horizonte. Era hora de voltar
para o seu mundo.
-------------------------
Kendall já estava
pronto, colocando os malões e as gaiolas das corujas no carro do avô. Quando
Mirella chegou com o cavalo, olhou a irmã de cima abaixo e riu. Você não toma
jeito mesmo, Mi... Vê se fica pronta rápido, estamos atrasados.
Em
vinte minutos a menina estava de volta. Kendall e os avós já estavam sentados no
carro. Mirella correu e entregou as chaves para a avó. A viagem foi longa. Quase
três horas até Londres. Quando chegaram em King's Cross, faltavam apenas alguns
minutos para o Expresso Hogwarts partir. Mirella e o irmão se despediram dos
avós na parte trouxa da estação e atravessaram a barreira. O magnífico trem
vermelho estava ali, imponente, à espera dos estudantes. Uma verdadeira multidão
se aglomerava na plataforma, repleta de malões, corujas e gatos. As crianças
gritavam e corriam, os pais faziam recomendações, as corujas piavam. Tudo na
mais perfeita harmonia.
Mirella encontrou Chloe alguns passos adiante.
As garotas se abraçaram e saíram conversando alegres entre a multidão. Havia
tantas coisas a contar! Então, o estômago de Mirella pareceu trocar de lugar com
o pulmão, dar uma cambalhota e retornar à posição inicial. Um garoto acenava
sorridente para as meninas, acompanhado do grupo de amigos. Mirella e Chloe
retribuíram os acenos, e Mirella puxou a amiga para dentro do trem. Encontraram
um vagão vazio e arrastaram os malões e as gaiolas para dentro.
Então,
lentamente, o trem começou a andar. Finalmente, de volta ao verdadeiro lar.
:: Enviado por Mirella Zellweiger -
11:28:49 ::
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sexta-feira, 26 de agosto de 2005
O céu nebuloso e chuvoso se fazia presente naquela manhã. Os
bruxos daquelas regiões atingidas permaneciam em suas casas com portas e janelas
trancafiadas. Não havia sinal de vida nas ruas e nem nas casas, os elfos que
trabalhavam arduamente na mansão dos Ludwig se perguntavam se as outras pessoas
pelo menos tivereram coragem de levantar aquela manhã, mas ali dentro da mansão
Stephen já estava acordado e pronto para sua partida a Hogwarts. Ele trajava
vestes pretas com botões e fechos prateados e um longo chapeu pontudo. Ele
estava observando seu elfo particular arrumar sua mala.
- Vamos logo com isso, não tenho o dia todo.
-Sim
senhor, eu já estou terminando-Disse o elfo.
- Está
bom, está bom.-Disse Stephen inpaciente pegando a mala do elfo.
-Tenha um bom ano letivo senhor.-Falou o elfo dando-lhe um leve sorriso.
Stephen apenas olhou para o elfo e nada disse. Desceu as longas escadas
puxando seu malão, logo três elfos menores acompanhados com uma velha elfa
grande chegaram para ajuad-lo.
-Minha
varinha.-Disse ele esticando a mão para o elfo que a pouco estava
lustrando-a.
-Isto é para o senhor-Disse um dos pequenos elfos enquanto
os outros dois carregavam o malão dele.
-Eu não
quero nada de ume lfo imundo como como você, saia do meu caminho-Disse
Stephen empurrando o pequeno elfo para trás que caiu de costas e o pequeno
embrulhou se revelou alguns biscoitos para a viagem de Stephen
-Hill, como estou?-Perguntou Stephen abrindo os braços para
a velha elfa a sua frente.
-Muito elegante senhor-Disse a velha elfa.
-Obrigado-Disse ele sem esconder o
favoritismo por ela.
-Senhor, eu quero lhe dar algo.-Disse a velha elfa,
ela fora a primeira contratada pela familia, mãe de muitos elfos ali.
Stephen ergueu as sombrancelhas para ela e continuo encarando.
-Oque é?
Ela esticou uma pequena
caixinha para ele que a pegou rapidamente abrindo-a. Dentro havia algo que ele
pode definir como um velho relogio dourado, abrindo-o tinha um brasão e uma
quantidade imensa de ponteiros a qual metade Stephen não sabia para oque servia.
-Pertenceu ao meu tatatatatatatatatatatataravó, e vem sendo passado por
toda a nossa geração. Como vi o senhor nascer e ajudei a cria-lo, achei que era
prudente lhe dar isso.
-O..obrigado-Disse
Stephen sem saber oque falar. Ele não suportava elfos mas ela era diferente, ela
era mais que uma simples elfa para ele, ela era uma mãe. O unico elfo que
Stephen falou respeitou e foi amigo fora dela e isso se devia aos cuidados que
ela teve com ele em sua infancia.
-Senhor, posso lhe pedir uma
coisa?-Perguntou a elfa com os olhos marejados.
-Claro Hill-Disse Stephen ainda pasmo com o presente.
-Eu poderia lhe dar um abraço?-Pediu a elfa
Stephen nunca havia
abraçado um elfo, sempre tivera nojo deles, mas como ele sabia ela não era uma
elfa, não para ele. E na infância eles se abraçaram muito, mas desde sua ida a
Hogwarts nunca mais tivera um afeto com a elfa além de conversas.
-Sim, sim..Tudo bem-Disse ele abrindo os braços e dando um
forte abraço na elfa.
-Tenha um bom ano em Hogwarts. Se cuida. Não crie
encrencas, se precisar de algo mande uma coruja.-Disse a elfa chorando.
-Que isso Hill, você nunca fez tudo isso quando eu
fui para Hogwarts.-Disse o garoto estranhando a atitude da elfa e
novamente ficando em pé.
-É que você já está um moço, logo vai morar
fora de casa e nunca mais nos veremos.
-Bem, eu
tenho que ir se não perco o trem. Mas claro que nos veremos, nas férias eu venho
para casa. E ponha esses elfos folgados para trabalhar, ok Hill?
-Sim sim. Até as férias senhor.-Disse a Elfa.
Stephen foi
pensando em tudo aquilo que acabara de passar quando pegou uma cabine vazia no
vagão de Hogwarts, oque a elfa queria lhe dizer com tudo aquilo? Ou será que ela
já havia caducado de vez?
Postado por: Stephen Ludwig Parott
:: Enviado por * - 11:34:23 ::
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quinta-feira, 25 de agosto de 2005
O céu ainda estava escuro quando um barulho ensurdecedor
acordou todos os habitantes do 3° piso da casa dos Turner, ou seja, Chloe e a
coruja, Dalila. Chloe abriu os olhos devagar, sonolenta e apertou um botãozinho
vermelho que fez o som parar instantaneamente. A menina levantou da cama, vestiu
um chinelo velho e abriu a janela, contemplando o dia do lado de fora. O Sol mal
aparecia, preguiçoso, enquanto a Lua cedia seu lugar. Sorrindo, a garota
voltou-se para o armário e puxou um malão com duas iniciais douradas: CP. Até em
seus pertences, Chloe renegava o nome de seu pai. Era Chloe Pace, e não Turner.
Por isso preferia acordar ainda de madrugada para não ter que cruzar com nenhum
dos outros moradores. Chloe tinha o 3° andar só para ela...era uma espécie de
sótão, não muito confortável, que tinha sido adaptado para servir de quarto
quando ela se mudou para lá. Não era um quarto típico de uma adolescente de 14
anos. Paredes amareladas pelo tempo, um teto baixo (que Chloe procurava evitar
andando abaixada) e um armário que parecia estar entrando em decomposição, mas
ela preferia conviver com as teias de aranha do que com os Turner.
Cuidadosamente, embrulhou sua varinha e guardou no malão, junto com as
vestes, capas, livros, tinteiros, pergaminhos e uma vassoura novinha que ela
havia ganhado de aniversário da madrinha. Vestiu uma blusa branca e uma saia,
prendeu os cabelos e calçou sandálias. Estava pronta para o começo do ano letivo
na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, mas ainda faltava muito tempo para o
embarque na plataforma. Chloe desceu as escadas, procurando não fazer nenhum
barulho e chegou até a cozinha onde engoliu o cereal rapidamente, antes que
alguém pudesse notar sua presença.
Ela já ia saindo pela porta, quando
lembrou da menina adormecida, a quem ela devia explicações sobre seu futuro
sumiço. Entrou no quarto e sacudiu levemente uma garota loira que aparentava ter
uns 11 anos de idade.
- Mel? - perguntou Chloe, baixinho
- Ah?
Oi...Chloe? - Melanie abriu os olhos devagar e encarou a irmã.
- Oi,
maninha! Só vim dizer adeus, estou indo para Hogwarts.
- Mas...que horas
são?
- São cinco e meia da manhã
- É cedo, Loe!
Chloe franziu a
testa. Odiava ser chamada de Loe.
- Mas eu vou passear um pouco e ainda
tenho que passar no Beco Diagonal para fazer compras. Faltaram dois livros e...
- Papai vai ficar uma fera!
- Se Richard perguntar, diga que fui para
casa de Mirella, tudo bem?
- Tudo, então...você vai me escrever?
- Claro
que sim, Mel!! Toda semana. E ainda vou te mandar um monte de presentes!
Melanie sorriu e abraçou a irmã
- Vou estar esperando...sabe...não vai
ser fácil agüentar papai e a Ivy sem as suas piadas!
- Você é forte,
maninha! Tenho certeza que pode!
- Você vem passar o Natal aqui?
Chloe
fechou os olhos e parecia estar pesando os prós e contras.
- Eu...bem...não,
Mel.
- Por quê? Por favor, Loe!!!
- Eu vou pensar!!
- Tudo
bem...obrigada e...boa viagem para você...
- Pode deixar.
Chloe abriu a
porta de casa, carregando o malão e a gaiola de Dalila. Puxou a varinha e
estendeu, quando chegou perto da rua. Em alguns segundos, um ônibus roxo surgiu
e a garota entrou sem nem ao menos pensar duas vezes.
:: Enviado por Chloe Turner - 18:46:13
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terça-feira, 23 de agosto de 2005
O lugar estava cheio: não era à toa que o Quadribol era o
esporte mais famoso do mundo bruxo. Dois grandes olhos verde-claros fitavam cada
parte da loja que conseguiam alcançar por cima de cabeças estranhas. Logo, Nari
avistou o que procurava: os novos Livros dos Recordes do Quadribol, expostos em
uma prateleira cheia com capas azul-elétrico e letras laranja-vivo. Os longos
cabelos louros cacheado esvoaçando atrás de si, ela correu para a estante e
segurou um exemplar nas mãos; seus olhos brilharam de excitação, faziam três
semanas que ela esperava por esse livro.
Nari olhou em volta. Ainda não
encontrara ninguém conhecido no Beco Diagonal, infelizmente. Esperava ver Renan
fazendo suas compras naquele dia, mas não, nem sinal da amiga. A loira balançou
a cabeça. Sempre tinha que ir ao Beco com o pai e com o irmão, Lucca: sua mãe
estava sempre trabalhando, e ela entendia que a função de Addie McGollon era
importante para o St. Mungus.
- Pai, por que é que eu não poderia
ter vindo com a Renan? perguntou ela à Emerick, que se postava ao seu lado.
- Porque eu também preciso fazer coisas aqui, Nari. Ah, eu vou até a
saída, isto aqui está muito cheio e eu preciso ir à Floreios e Borrões procurar
alguns livros para a minha pesquisa, acrescentou ele, saindo de perto da
filha e indo para a porta.
Nari suspirou e viu Lucca abrir uma caixa
perto dela e tirar alguma coisa lá de dentro. Não deu atenção à ele, seu irmão
era demasiado grande para saber no que deveria ou não mexer. De repente, saído
não se sabe de onde, um balaço começou a sobrevoar as cabeças das pessoas, que
gritavam desesperadas e corriam o mais rápido possível com toda aquela gente
amontoada. Assutada, Nari se obrigou a pensar em algo para pegar o balaço;
sorriu por dentro, pois pensar sob pressão era muito fácil para ela. Seu rosto
delicado se voltou para uma grande pilha de caixas onde em uma placa lia-se:
"Guarda-bastões em Promoção".
A garota deu a ordem - trancar a
bola dentro de uma das caixas de madeira no momento que esta estivesse próxima
ao chão - a um dos funcionários da loja, e saiu correndo atrás do balaço,
tentando empurrá-lo para perto da armadilha. Estava conseguindo conduzi-lo em
direção ao homem preparado com o Guarda-bastões na mão, a loira concentrada,
quando...
BAM.
Alguma coisa colidiu com a corvinense, tão
forte que esta caiu no chão em cima dela. Quando abriu os olhos, muitas
estrelinhas brancas brilhavam defronte a seus olhos. Um rosto bonito de garoto
se formava logo à sua frente, os cabelos compridos e negros caindo
displiscentemente nos olhos escuros.
- Sheik? perguntou ela,
piscando os amendoados olhos verdes.
- Que bom,
você está bem, Nari, falou Kysen, aliviado. -
Achei que tinha machucado você.
- Eu bati em você?!
exclamou a garota, horrorizada. - Desculpe, Sheik! Estava tentando pegar
aquele balaço estúpido, nem vi por onde andava...
- Tudo bem, eu também não estava olhando, por isso nos
chocamos, disse o rapaz.
Ele estendeu a mão e puxou Nari
de modo que ela ficasse em pé à sua frente. Ela olhou para o local para o qual
estivera seguindo antes de se chocar com o amigo; ali estava um homem com o
uniforme da loja, segurando uma caixa relutante que se debatia: ele conseguira
capturar o balaço.
Os próximos minutos foram seguidos de palavras sobre
irresponsabilidade, vindas do sr. McGollon, que acabara de chegar para verificar
a situação. Nari de repente compreendeu que fora Lucca quem soltara a bola, e
olhou com fúria para ele. O irmão se desculpou e a bronca do pai desviou-se para
ele. Logo em seguida, o pai dos dois foi ao encontro de uma mulher que parecia
ser a mãe de Kysen; parecia tranqüilizá-la. Os dois adultos voltaram para dentro
da loja.
A sra. Amoy Horpais se ofereceu para levá-la para
terminar as compras, Nari, explicou Emerick. E também me convidou à um
pré-lançamento de um livro, o qual comparecerei com prazer. Juízo, filha,
finalizou ele, e saiu da Artigos de Qualidade para Quadribol, puxando Lucca pelo
braço.
- Bom, agora temos que nos virar, não
é? brincou Sheik, apontando para a confusão de materiais esportivos
dentro da loja.
* Por Nariman Wendel McGollon e
Kysen.
:: Enviado por * - 08:39:54 ::
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segunda-feira, 22 de agosto de 2005
Era uma mansão grande até para os padrões bruxos e muito
luxuosa, que de fora parecia pertencer a bruxos poderosos e aristocráticos. Essa
era a visão de fora, porque dentro uma jovem corria te um lado para o outro
procurando sua bota.
- MÃE, NÃO CONSIGO ACHAR! ONDE VOCÊ FALOU? -
Cal gritava do seu quarto - Droga de casa grande! Tudo se perde!
- Anda Callista ou vamos chegar lá já no anoitecer! - Seu
irmão estava encostado do parapeito da janela e ria da cena.
- Então
faz algo de últil e me ajuda Tim!
- Claro que ajudo! NANIIIIIII!!
- Com um estalo uma elfa envolvida em trapos que até seriam considerados
limpos para um elfo-doméstico chegou. - Nani, a Cal tá deseperada pela bota
dela. Você sabe onde está?
A elfa entrou no closet e saiu com a bota
na mãe sorridente com o trabalho bem feito.
- Obrigada Nani. Vamos
agora?
- Meu herói... Vamos!
Em poucos minutos os
dois entraram na lareira da sua casa e saíram no Beco Diagonal. Era
impressionante como as ruas estava cheias, parecia que todos tinham deixado para
comprar no último dia.
Um pouco mais a frente Cal viu Juliet conversando
com Kysen e foi dar um beijo na amiga. Após alguns minutinhos de conversa e
alguns puxões do irmão ela se despediu dos dois, pois tinha que comprar muita
coisa ainda e mal tinham chegado no Beco.
- Juli, então nos vemos no
trem né? Tenho tanta coisa para te contar! A viagem foi MARAVILHOSA! -
Callista sorriu brincando. Ao ver o olhar do irmão, brincou mais. - Não
adianta me olhar assim que não é para você saber, "papai".
Juli e
Kysen riram e se despediram, eles aidna não tinham decidido se iriam para
"Artigos de Qualdiade para Quadribol" ou "Floreios e Borrões". Ao chegarem no
Floreios e Borrões Tim já estava perguntando o por que da brincadeira dela.
- Qual o problema? Algo que a Juli não deveria ouvir?
Antes que respondesse, dois rapazes da chegaram falando com ele.
- Fala Tim! Sumiu nas férias! Oi Cal... - um rapaz loiro com o cabelo
arrepiado tinha parado na frente da grifinória.
- Oi Soren. - Ela
sorriu de volta.
- Mané, você nem responde minhas corujas. Você perdeu
uma festona! Por que você não foi? - falou um garoto alto que tinha os cabelos
verdes.
- Eu estava viajando. Acho que a coruja se perdeu com a
resposta. E Cal, por que você não vai indo separar nossos livros. A lista está
com você mesmo...
- Agora eu tenho que sair para você conversar
com SEUS amigos? - Callista saiu resmungando algumas palavras que deixariam
algumas senhoras vermelhas...
- E você,Soren, saia de perto da minha
irmã. Quantas vezes tenho que falar que ela não é para o seu bico. - E desse
modo Tim começou mais uma discussão sobre seus amigos não olharem sua irmã.
Após uns 20 minutos Cal voltou com duas sacolas com muitos livros
dentro.
- Como você está carregando tudo isso? - Soren perguntou já
querendo ir ajudá-la, mas sendo segurando pelo colega.
- Magia,
claro. O Vendedor ficou com pena de mim e fez tudo ficar mais leve. Tim, fica
com tudo que eu vou ver um uniforme novo pra mim e depois vou me encontrar com a
Liv para tomar um sorvete. Aparece DEPOIS disso, ok?
Callista deixou
tudo com o irmão e foi saindo da loja rindo ao ouvir ele brigando com os amigos
que a observavam saindo...
* Por Callista
:: Enviado por * - 12:45:09 ::
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domingo, 21 de agosto de 2005
"YACKTH!"
"O que houve, Max?"
"Você ainda pergunta, Rod?! Eu estava aqui, super tranqüilo, quando me
chega você berrando, dizendo que o almoço está pronto. Como quer que eu
reaja?!"
"O.k., então, Max. Mas pensei que não se importaria se
viesse lhe dar um presente, considerando que só irei lhe ver nas próximas férias
e seu aniversário é antes disso. Tome."
Meu padrinho disse me
entregando um embrulho razoavelmente grande. Abri antes de agradecer, mania
minha a qual meu pai repetia "Filho, agradeça antes, isso é falta de educação e
de consideração.", isso que dar ter pai formado pela Lufa-Lufa. Dentro do
embrulho, havia uma penseira. Linda, era toda em mármore com detalhes em ouro e
prata, tudo de primeira qualidade.
"Putz, valeu, Rod!"
"Mas... Você sabe o que é isso?!" Ele fez cara de decepção.
"Sim, sei sim. A velha McGonnagal nos ensinou em Transfiguração. 'Como
transformar pensamentos em imagens fora da cabeça'"
"Ah... Pensei
que iria te surpreender. Já é mania lá em Oslo. A Noruega está crescendo no ramo
da magia."
"Sim, sim... Agora acho que vou começar a guardar os
materiais. Sabe, embarcarei amanhã cedo..." Comentei disposto a acabar
com aquele papo que já sabia onde ia parar... 'Como a Noruega é maravilhosa...
'.
"Não, não, Ginny me mata se você não for almoçar agora. Sua mãe já
está uma fera comigo, imagina se não te levar agora?! Aproveitemos que vamos
juntos e continuemos a conversar..." Calma, Max... As férias acabam
amanhã...
Meu padrinho era legal, sabe. A pequena diferença de idade (E
a beleza dele, que fazia com que todas as mulheres fossem para perto dele, e de
mim conseqüentemente.) ajudava, mas de vez em quando ele enchia o saco falando
da Noruega.
Entrei, minha mãe acabava de servir a mesa e reclamava:
"Não virei uma das editoras mais renomadas deste país para ficar servindo
mesa" (Oh, minha mãe também era sonserina, e "ai" de quem reclamar dela!).
"Roger Fierman! Precisamos de um elfo doméstico agora mesmo! E não me venha
com aquele papo careta de que temos de liberta-los! Se você não arranjar um, eu
mesma arranjo!"
"Ginny, chegamos, e pelo cheiro a sua comida parece
deliciosa." Meu padrinho tentou amenizar.
"Oh, parece, Roderick? Que
bom!" Ela chegou perto dos nossos ouvidos e disse bem baixinho. "Roger
vai pensar que fui eu que fiz!!! Na verdade paguei um dinheirinho para a vizinha
aí da frente e ela cozinhou para mim." Após essa declaração eu realmente
pensei em nós continuarmos a pagar a vizinha. A comida estava magnânima.
Após o almoço, subi, tomei uma bela de uma ducha e então deitei na cama
para cochilar um pouco. Acordei só a noite para arrumar as malas e então, curtir
a noite deitado no jardim.
"Maximillian Fierman! Já para dentro! Quer
ficar doente e não ir para a escola?!" Subi e pulei a janela, estava
decidido a dormir no jardim, sob o olhar das estrelas.
:: Enviado por Max Fierman - 10:58:53
::
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sábado, 20 de agosto de 2005
O sol se escondia por detrás das montanhas no horizonte.
Mirella pulou do cavalo e o levou até a baia. Afagou-lhe a fronte e correu para
dentro de casa. A avó preparava o jantar, o avô assistia ao noticiário trouxa.
Kendall lustrava sua vassoura sentado no último degrau da escada que levava ao
andar de cima.
Mirella passou pelo irmão se lhe dar atenção e correu
para o dormitório. Precisava tomar um banho e terminar de colocar a pilha enorme
de livros dentro do malão. Era o último dia de férias. Na manhã seguinte, o
Expresso de Hogwarts estaria à sua espera na estação 9 ¾, austero e imponente,
repleto de alunos barulhentos.
A garota ligou o chuveiro e deixou a água
correr por cima dos ombros. Passaram-se duas semanas desde o encontro com
Marthín. Ele havia se tornado um belo rapaz. Distinto, inteligente, honrado,
trabalhador... Mirella enumerava as qualidades do futuro noivo, tentando
convencer a si mesma que ele era a melhor opção. Entretanto, toda vez que a
menina perdia o controle de seus pensamentos, sua mente teimava em viajar
centenas de quilômetros, em direção ao garoto da escola. Por que ela sentia
borboletas e vagalumes no estômago toda vez que o via? Por que ficava muda, com
as mãos gélidas e começava a gaguejar?
Mirella mudou a temperatura da
água. Um banho frio era bom pra espantar esses pensamentos. Tinha absoluta
certeza que precisava controlar seus impulsos. Era com Marthín que iria se
casar, isso já estava decidido há quatorze anos. O pai a mataria se sonhasse que
ela pudesse pensar em não cumprir o prometido.
Quando voltou para o
quarto, Thalassa estava à sua espera no parapeito da janela. A coruja dourada
trazia um pergaminho enrolado e um embrulho atado à pata. Mirella reconheceu a
caligrafia. Era de Marthín.
Para minha amada
Com votos de um
excelente ano letivo
M. Rockenbach
A garota abriu o embrulho.
Dentro dele, havia uma caixinha. E dentro desta, um diário. Mas não parecia um
diário comum. Alguma coisa estranha acontecia, mas Mirella não foi capaz de
compreender o que era. Uma música tocava muito longe, uma música antiga, com
notas líricas. Inebriante. Maravilhossa. Parecia hipnotizante. O grito da avó no
andar inferior fez a garota sair do transe.
O jantar estava servido.
Mirella colocou o diário cuidadosamente entre dois conjuntos de vestes
no malão e o trancou. Estava pronta para voltar à escola.
:: Enviado por Mirella Zellweiger -
00:08:48 ::
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sexta-feira, 19 de agosto de 2005
Uma Nimbus 68 pendurada na parede, um brasão vermelho ao fundo.
Pôster da última conquista do time egípcio de quadribol, recortado de um jornal
da época. Um malão em completa desordem aberto em frente ao armário, enquanto o
dono dele examinava a própria face atentamente no espelho, alisando o queixo.
- Não adianta procurar, não tem nada aí não!
Diz o rosto risonho de uma menina, aparecendo repentinamente no lugar do reflexo
de Kysen.
- Juli! Co...como você conseguiu fazer
isso? Pergunta surpreso, se recompondo da melhor maneira possível.
- Eu passei a poção da Juliet aí, enquanto você
dormia como um hipopótamo no Nilo! Responde a voz infantil de um rostinho
moreno que surgiu ao lado do de Juliet, contrastando com a palidez da amiga.
- Ísis, quando você chegou? Cadê a mamãe? Onde vocês
estão? Pergunta o rapaz, duplamente surpreso de ver a própria irmã com a
colega.
O rosto da sra Horpais substitui o das duas meninas:
- Kysen viemos acompanhar sua Tia Nazira para o
pré lançamento da tradução do livro. Está sendo aqui na casa dos Dorthly, você
vir pela rede flu pra cá. A gente aproveita e vai comprar o material de vocês no
beco diagonal.
- Estou indo!
Abandonando os fios de barba imaginários, ele põe uma roupa mais
adequada enquanto desce a escadaria em direção ao escritório do pai. Tomando um
punhado do pó multicolorido no pote em forma de pirâmide sobre a lareira,
solta-o no fogo, que muda de cor passando a arder em câmera lenta.
- Dorthly's Garden!
O quadro do clã
Amoy-Horpais observou o fogo subir, envolvendo todo o corpo do primogênito do
embaixador do Egito, baixando drasticamente sem deixar vestígios do estudante.
Kysen sai na lareira da casa dos Dorthly, meio enjoado com a viagem via
flu.
- Ky!!! Grita uma menina de seus oito
anos, se jogando nos braços do cambaleante grifinório, que acaba caindo deitado
no tapete em frente a lareira.
- Ísis! Como vão as
coisas no Cairo? Diz, ao recuperar-se do impacto.
- Sua tia
estava com saudades de você! Diz Nazira, ajudando a erguer o sobrinho do
chão e dando um abraço. Isso sem falar nas suas irmãs..
Juliet acompanhava o reencontro dos irmãos do alto da
escada. Onde estava seu pai? Ele ainda não havia chegado, a casa estava cheia de
bruxos que acompanhavam as pesquisas de Nazira Iztil Horpais.
Olhando
rapidamente pela janela, ela vê o autor aparatar na esquina e abre um sorriso.
Ele voltara a tempo! Correndo para o quarto, ela vai buscar o que vinha
preparando para ele...
* Por Juliet Winchell Dorthly e Kysen
Amoy Horpais
:: Enviado por * - 12:08:46 ::
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quinta-feira, 18 de agosto de 2005
Era noite e numa determinada residência de Londres, uma garota
de longos cabelos negros e olhos muito azuis estava ocupada. Separava roupas,
livros e pertences para embarcar no dia seguinte. Mais um ano escolar estava por
vir.
Seus livros, no entanto, eram diferentes dos da grande maioria dos
estudantes da sua idade. Eram livros sobre feitiços, ervas mágicas e poções,
entre outros. Suas vestes eram escuras, com detalhes em vermelho e dourado. E
também havia no seu quarto uma coruja, uma gata persa, uma vassoura e uma
varinha mágica.
Liv Spellman acomodou tudo no seu malão (exceto os animais e
a vassoura) e sentou-se em sua cama. Uma bela senhora muito loura e de olhos
azuis como os da menina entrou no quarto. Sentou-se ao lado da jovem em cima de
sua cama. Trazia nas mãos uma pequena caixa.
- Tudo pronto para amanhã,
Liv?
- Sim, mamãe - disse a garota alisando o pêlo macio da gata.
- Bom,
acho que já está na hora de lhe dar isto aqui.
Entregou a caixinha para
a filha, que a abriu. Dentro dela reluzia um anel com uma grande pedra azul
clara. A menina arregalou os olhos, e encarou a mãe.
- Esse é o anel que
vem passando pelas mulheres de nossa família há muitas e muitas gerações. Ele
guarda muitos poderes, alguns ainda desconhecidos. Pode melhorar a sua percepção
extrasensorial e te ajudar nas horas de apuros. Agora ele é seu. Use-o bem.
Liv pegou-o colocando em seu dedo. Sentiu um calor brando no corpo e uma
sensação de rodopio. Depois, tudo serenou.
- Agora vá dormir, temos
todos que levantar bem cedo para levá-la a King's Cross.
A senhora
pousou um beijo na testa da filha, que se recolheu debaixo das mantas e ficou
contemplando, embevecida, o seu presente.
:: Enviado por Livspellman - 17:04:27
::
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sexta-feira, 12 de agosto de 2005
Agradecemos a todos pelas inscrições.
Na próxima semana,
the magic begins! ^^
:: Enviado por Livspellman - 13:13:14
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