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Este blog é uma fanfic coletiva inspirada no universo de Harry Potter, pertencente a J.K. Rowling, mostrando as aventuras paralelas de personagens originais, durante a sua permanência em Hogwarts. Os eventos do Magic se passam durante a epóca em que os marotos frequentavam Hogwarts.

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Perfil

Nome:Callista Graham
Apelido: Cal
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Minha varinha, símbolo que sou bruxa!
Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas...
Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta tenção.
Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa.
Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita

Nome: Liv Joanne Spellman
Apelido: Não tenho
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos!
Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós.
Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis.
Personalidade:Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva.
Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien.

Nome: Kysen Amoy Horpais
Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom)
Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família.
Desilusão: ser menosprezado por suas origens.
Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe.
Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões.
Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela).

Nome: Renan Watson McCartney
Apelido: ----
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedora
Objeto Especial: Livro de pensamentos
Desilusão: Me tratarem como o bebe da família
Aparência: Rapariga alta (talvez a mais alta de Hogwarts), de cabelos compridos no seu castanho bem claro, tom de pele moreno e olhos castanhos, como não gosta da saia do uniforme, usa sempre botas, diz que não gosta que lhe vejam as pernas.
Personalidade: Personalidade orgulhosa e doce ao mesmo tempo, corajosa, sempre pronta a uma partidazinha qualquer pessoa, principalmente à Helena Syndar, da Corvinal, a tipa mais emporoada que já conheceu, tem a mania de falar pelos cotovelos e era bem capaz de ir até ao fim do mundo para salvar o seu querido gato Zeus.
Animal de Estimação: um grande gato preto chamado Zeus.

Nome: Juliet Dorthly
Apelido: Juli
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro".
Objeto Especial: A pena, presente da mãe.
Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa.
Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri.
Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo.
Animal de Estimação: um gato chamado "Miau".

Nome: Nariman Wendel McGollon
Apelido: Nari
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Uma adaga de cristal, encontrada em um cofre sob sua casa.
Desilusão: Sempre ter sido considerada excêntrica por sua família materna, por causa de seus devaneios repentinos que são quase visões, embora ela não seja vidente.
Aparência: Cabelos louros, compridos e meio ondulados, olhos verdes claros e parecendo sempre estar sonhando acordada.
Personalidade: É uma garota esperta, astuta e sabe raciocinar bem sob pressão, ao contrário de muita gente. Desde pequena sofre de alguns desmaios acompanhados de flashes, como visões - embora já tenha sido confirmado que a garota não é vidente - mas que, de algum tempo para cá, têm sido úteis. Socialmente, Nari tem espírito forte e competitivo, e sonha em comandar o time de Quadribol da Corvinal.
Animal de Estimação: Amber, uma coruja negra de olhos dourados.

Nome: Stephen Ludwig Parott
Apelido: Lud
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe.
Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros.
Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis.
Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto.
Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves femea chamada Mandy.

Nome: Asheley Baskerville Doyle
Apelido: Não tenho apelidos, na verdade os detesto.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5ºano
Posição no Quadribol: Não jogo...Prefiro a platéia.
Objeto Especial: Uma capa de invisibilidade, ganhei de aniversário dos meus avós.
Desilusão: Hogwarts aceitar sangues-ruins.
Aparência: É um pouco mais alta que as meninas em comum, tem a pele muito branca, chegando a ser um pouco pálida. Cabelos castanhos, lisos e abaixo do ombro, olhos castanhos claros que mostram um ar de superioridade.
Personalidade: É uma garota muito orgulhosa e cheia de si. Dificilmente assume seus erros e é meio mandona. Rebelde, fala o que quer, e sem pensar. Tem um jeitinho meio louco, e um pouco preconceituoso. É amiga de todos, que segundo ela merecem e odeia falsidade. Dificilmente retorna a amizade com quem a trai. Tem um gênio meio difícil, apesar de ser meio calada. Gosta de conviver com pessoas que pensem iguais a ela. Se for amigo de Asheley, pode contar com ela pra qualquer coisa.
Animal de Estimação: Uma gata meio amarelada chamada, Lua.

Nome: Lohara Isabelle Darkheart
Apelido: Todos me chamam de Lola.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Prefiro assistir.
Objeto Especial: Um porta-jóias que ganhei do meu avô quando fiz dez anos.
Desilusão: Ter perdido meu avô.
Aparência: Magra, altura mediana, cabelos louros-avermelhados e levemente enrolados, olhos azuis claros.
Personalidade: A primeira coisa que se sabe sobre Lola é que ela é mimada. Tem todas as características de uma garota que sempre teve tudo. Ser filha única influencia mais ainda essa parte de sua personalidade. Além disso, ela gosta de se dar bem, não importa o que ela tenha que fazer para isso. É muito egoísta, não gosta de perder e nunca assume que errou. Sempre tenta jogar a culpa nos outros. Em Hogwarts, Lola encontrou mais pessoas como ela, e mantém amizade com essas pessoas, de quem realmente gosta. É apegada aos amigos e vive de aparências. Está sempre linda e perfeita. Mantém no rosto um ar superior, de quem sabe que o que quer consegue. Perfeccionista como a mãe, Lola se cobra demais, tem sempre que ser a melhor em tudo.
Animal de Estimação: Um gato branco e peludo (persa) chamado Bubbles.

Nome: Maximillian Fierman Lonen
Apelido: Max
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim?
Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior.
Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro.
Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!)
Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris.

Nome: Andrey Storm
Apelido: Andy
Idade: 15 anos
Ano: 5º ano
Quadribol: Apanhador e capitão do time.
Objeto especial: Uma capa da invisibilidade.
Desilusão: Ter uma irmã na sonserina.
Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca.
Personalidade:Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto.
Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.

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Magic Past



quarta-feira, 31 de agosto de 2005

É sempre a mesma coisa, nunca acertam uma. Estou farta, e parece que o pai também.
Então não é que eu estou aqui os meus queridos irmãos e o meu pai, na Plantaforma 9 ¾, com o Expresso de Hogwarts parado mesmo à nossa frente, e eu não posso embarcar devido a um pequeno grande atraso do Eric que suplica pela milionésima ao pai que o deixe entrar na equipa de quadribol, do Peter porque se recusa a entrar sem a sua querida Anne Valena e do Ralph que diz que não encontra o canivete que tanto estima.
A verdade é não me posso queixar, porque desde há três anos atrás que o grupo de menos um elemento. O meu irmão mais velho, o John já não está em Hogwarts, está nos Estados Unidos a acabar o treino para ser auror. Não sou só eu que sinto a sua falta, os meus irmãos também.
Mas agora a minha preocupação é outra. Ao longe avisto uma rapariga de grandes cabelos louros. Não pode ser . mas tem de ser, tem de ser a Nari.
Corro até lá, toco-lhe no ombro e chamo:
- Nari?
Mas não é ela.
- Se estás à procura da Nariman ela entrou naquela carruagem ali.
Despeço do meu pai há pressa e corro para a carruagem que a rapariga me tinha indicado.
Entro e logo a encontro num dos compartimentos sentada sozinha, como se estivesse à espera que a vida a levasse para outro lugar que não aquele. Em que estaria ela a pensar? Isso agora também não interessava. O que interessava era eu ir ter com ela, estava cheia de saudades da Nari. Será que ela também tinha saudades minhas? Era o que iria descobri quando entrasse no compartimento onde ela estava.


Eu no dia do embarque para Hogwarts.

:: Enviado por Renan - 10:50:30 ::
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terça-feira, 30 de agosto de 2005

Um rapaz de 15 anos, alto e bonito caminhava por entre a multidão de pessoas vestidas com capas e lotadas de sacolas que iam e vinham. O Beco Diagonal, às vésperas do início das aulas na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts parecia um formigueiro. As pessoas faziam compras do material escolar para mais um ano letivo. Livros, caldeirões, ingredientes para poções, vestes da escola, varinhas, animais mágicos. Andrey Storm parou na frente da Floreios e Borrões e espichou o pescoço o mais que podia, procurando atento por um rosto familiar na multidão. Olhou seu relógio de pulso e pensou alto - atrasada, como sempre.

Mal ele ergueu os olhos do relógio, sorriu. No meio do povo, vinha se esgueirando e desviando de sacolas e pessoas, caminhando a passos largos e apressados, uma garota baixinha, de pele muito alva, com os longos cabelos negros esvoaçando e olhos muito azuis. Ela parou em frente a livraria, ofegante, desatinada.

- Andy, desculpa, não foi culpa minha, eu tive que passar na Madame Malkin e daí mamãe quis que eu fosse com ela escolher ingredientes para uma poção e ela aproveitou para comprar outras coisas e me pediu ajuda e então eu...
- Oi Liv, quanto tempo, tudo bem? Calma, acabei de chegar! Como você está? Já fez suas compras?
- Ah sim, já, deixei algumas sacolas com mamãe e... oh Merlin, vamos logo, estamos atrasadíssimos - disse ao olhar o relógio no pulso do amigo.
- Atrasados? Pra quê?
- É que combinei de me encontrar com a Cal na sorveteria, ela já deve estar me esperando há séculos!

O rapaz sentiu o rosto corar. Tomou uma das muitas sacolas da amiga para ajudá-la e foram caminhando, contando as poucas novidades das férias. Ao longe ele avistou Callista sentada numa das mesinhas da calçada, olhando para os lados, possivelmente procurando pela amiga. Sentiu agora o rosto queimando. Como estava linda!

Aproximaram-se da mesa e Callista já foi logo levantando.

- E eu achei que tivesse chegado atrasada, hein? - e abraçou a amiga.
- Ah, é que mamãe pediu para que eu a ajudasse num monte de coisas e a escolher um tanto de tranqueiras.
- Oi Graham, tudo bem?
- Claro, tudo ótimo! - e foi abraçar o rapaz também.

Andy sentiu o coração disparar e nem percebeu quando a garota se afastou dele. Ficou parado olhando para ela, até sentir uma dor aguda nas costelas. Havia acabado de levar um cutucão de Liv, que murmurou no pé do ouvido do garoto - baba menos ou vai afogar minha amiga.

Passaram o restante da tarde conversando banalidades, contando as últimas novidades e, claro, falando de quadribol. Andy havia sido eleito o capitão do time da Lufa-Lufa e as garotas comemoraram comprando sorvetes enormes de abóbora com coco e cobertura de caramelo.

Despediram-se enfim e Andy retornou para casa. Ele, suas sacolas e seus pensamentos. Queria chegar logo em casa para se jogar na cama e lembrar dos olhos cor de violeta da grifinória que andara lhe tirando o sono e povoando sonhos.

:: Enviado por Andrey Storm - 19:51:47 ::
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segunda-feira, 29 de agosto de 2005

Na manhã seguinte, antes mesmo do sol raiar, Mirella já estava de pé. A garota trocou de roupa e saiu, pé ante pé, procurando fazer o mínimo de barulho possível. Faltavam exatamente seis horas para voltar ao seu mundo. Os avós eram fantásticos, mas eram trouxas. Mirella sentia falta da varinha mágica, do quadribol, das práticas de feitiços do professor Flitwick e, acima de tudo, das amigas. Ninguém poderia imaginar a falta que Chloe e Liv faziam.

Mirella caminhou até as baias onde os animais ficavam, e puxou Lorenzo para fora. Lorenzo era o seu cavalo, presente do avô no penúltimo aniversário. O melhor amigo. Era ele, o cavalo, quem conhecia todos os temores e inseguranças da garota. Conhecia também as paixões e os desejos. Mirella e Lorenzo haviam passado dois intermináveis meses juntos. E agora, era hora da despedida.

Saíram pelo campo, galopando. O ar fresco e úmido da manhã enchia os pulmões de Mirella e gelava-lhe o rosto. Era uma sensação de liberdade indescritível. O presente de Marthín ainda a deixava intrigada. Que música era aquela? Que poderes aquele diário poderia ter? Ou era tudo fruto da sua imaginação? Lentamente, o sol começou a surgir no horizonte. Era hora de voltar para o seu mundo.

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Kendall já estava pronto, colocando os malões e as gaiolas das corujas no carro do avô. Quando Mirella chegou com o cavalo, olhou a irmã de cima abaixo e riu. Você não toma jeito mesmo, Mi... Vê se fica pronta rápido, estamos atrasados.

Em vinte minutos a menina estava de volta. Kendall e os avós já estavam sentados no carro. Mirella correu e entregou as chaves para a avó. A viagem foi longa. Quase três horas até Londres. Quando chegaram em King's Cross, faltavam apenas alguns minutos para o Expresso Hogwarts partir. Mirella e o irmão se despediram dos avós na parte trouxa da estação e atravessaram a barreira. O magnífico trem vermelho estava ali, imponente, à espera dos estudantes. Uma verdadeira multidão se aglomerava na plataforma, repleta de malões, corujas e gatos. As crianças gritavam e corriam, os pais faziam recomendações, as corujas piavam. Tudo na mais perfeita harmonia.

Mirella encontrou Chloe alguns passos adiante. As garotas se abraçaram e saíram conversando alegres entre a multidão. Havia tantas coisas a contar! Então, o estômago de Mirella pareceu trocar de lugar com o pulmão, dar uma cambalhota e retornar à posição inicial. Um garoto acenava sorridente para as meninas, acompanhado do grupo de amigos. Mirella e Chloe retribuíram os acenos, e Mirella puxou a amiga para dentro do trem. Encontraram um vagão vazio e arrastaram os malões e as gaiolas para dentro.

Então, lentamente, o trem começou a andar. Finalmente, de volta ao verdadeiro lar.

:: Enviado por Mirella Zellweiger - 11:28:49 ::
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sexta-feira, 26 de agosto de 2005

O céu nebuloso e chuvoso se fazia presente naquela manhã. Os bruxos daquelas regiões atingidas permaneciam em suas casas com portas e janelas trancafiadas. Não havia sinal de vida nas ruas e nem nas casas, os elfos que trabalhavam arduamente na mansão dos Ludwig se perguntavam se as outras pessoas pelo menos tivereram coragem de levantar aquela manhã, mas ali dentro da mansão Stephen já estava acordado e pronto para sua partida a Hogwarts. Ele trajava vestes pretas com botões e fechos prateados e um longo chapeu pontudo. Ele estava observando seu elfo particular arrumar sua mala.

- Vamos logo com isso, não tenho o dia todo.

-Sim senhor, eu já estou terminando-Disse o elfo.

- Está bom, está bom.-Disse Stephen inpaciente pegando a mala do elfo.

-Tenha um bom ano letivo senhor.-Falou o elfo dando-lhe um leve sorriso.

Stephen apenas olhou para o elfo e nada disse. Desceu as longas escadas puxando seu malão, logo três elfos menores acompanhados com uma velha elfa grande chegaram para ajuad-lo.

-Minha varinha.-Disse ele esticando a mão para o elfo que a pouco estava lustrando-a.

-Isto é para o senhor-Disse um dos pequenos elfos enquanto os outros dois carregavam o malão dele.

-Eu não quero nada de ume lfo imundo como como você, saia do meu caminho-Disse Stephen empurrando o pequeno elfo para trás que caiu de costas e o pequeno embrulhou se revelou alguns biscoitos para a viagem de Stephen

-Hill, como estou?-Perguntou Stephen abrindo os braços para a velha elfa a sua frente.

-Muito elegante senhor-Disse a velha elfa.

-Obrigado-Disse ele sem esconder o favoritismo por ela.

-Senhor, eu quero lhe dar algo.-Disse a velha elfa, ela fora a primeira contratada pela familia, mãe de muitos elfos ali.

Stephen ergueu as sombrancelhas para ela e continuo encarando.

-Oque é?

Ela esticou uma pequena caixinha para ele que a pegou rapidamente abrindo-a. Dentro havia algo que ele pode definir como um velho relogio dourado, abrindo-o tinha um brasão e uma quantidade imensa de ponteiros a qual metade Stephen não sabia para oque servia.

-Pertenceu ao meu tatatatatatatatatatatataravó, e vem sendo passado por toda a nossa geração. Como vi o senhor nascer e ajudei a cria-lo, achei que era prudente lhe dar isso.

-O..obrigado-Disse Stephen sem saber oque falar. Ele não suportava elfos mas ela era diferente, ela era mais que uma simples elfa para ele, ela era uma mãe. O unico elfo que Stephen falou respeitou e foi amigo fora dela e isso se devia aos cuidados que ela teve com ele em sua infancia.

-Senhor, posso lhe pedir uma coisa?-Perguntou a elfa com os olhos marejados.

-Claro Hill-Disse Stephen ainda pasmo com o presente.

-Eu poderia lhe dar um abraço?-Pediu a elfa

Stephen nunca havia abraçado um elfo, sempre tivera nojo deles, mas como ele sabia ela não era uma elfa, não para ele. E na infância eles se abraçaram muito, mas desde sua ida a Hogwarts nunca mais tivera um afeto com a elfa além de conversas.

-Sim, sim..Tudo bem-Disse ele abrindo os braços e dando um forte abraço na elfa.

-Tenha um bom ano em Hogwarts. Se cuida. Não crie encrencas, se precisar de algo mande uma coruja.-Disse a elfa chorando.

-Que isso Hill, você nunca fez tudo isso quando eu fui para Hogwarts.-Disse o garoto estranhando a atitude da elfa e novamente ficando em pé.

-É que você já está um moço, logo vai morar fora de casa e nunca mais nos veremos.

-Bem, eu tenho que ir se não perco o trem. Mas claro que nos veremos, nas férias eu venho para casa. E ponha esses elfos folgados para trabalhar, ok Hill?

-Sim sim. Até as férias senhor.-Disse a Elfa.

Stephen foi pensando em tudo aquilo que acabara de passar quando pegou uma cabine vazia no vagão de Hogwarts, oque a elfa queria lhe dizer com tudo aquilo? Ou será que ela já havia caducado de vez?

Postado por: Stephen Ludwig Parott

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quinta-feira, 25 de agosto de 2005

O céu ainda estava escuro quando um barulho ensurdecedor acordou todos os habitantes do 3° piso da casa dos Turner, ou seja, Chloe e a coruja, Dalila. Chloe abriu os olhos devagar, sonolenta e apertou um botãozinho vermelho que fez o som parar instantaneamente. A menina levantou da cama, vestiu um chinelo velho e abriu a janela, contemplando o dia do lado de fora. O Sol mal aparecia, preguiçoso, enquanto a Lua cedia seu lugar. Sorrindo, a garota voltou-se para o armário e puxou um malão com duas iniciais douradas: CP. Até em seus pertences, Chloe renegava o nome de seu pai. Era Chloe Pace, e não Turner. Por isso preferia acordar ainda de madrugada para não ter que cruzar com nenhum dos outros moradores. Chloe tinha o 3° andar só para ela...era uma espécie de sótão, não muito confortável, que tinha sido adaptado para servir de quarto quando ela se mudou para lá. Não era um quarto típico de uma adolescente de 14 anos. Paredes amareladas pelo tempo, um teto baixo (que Chloe procurava evitar andando abaixada) e um armário que parecia estar entrando em decomposição, mas ela preferia conviver com as teias de aranha do que com os Turner.
Cuidadosamente, embrulhou sua varinha e guardou no malão, junto com as vestes, capas, livros, tinteiros, pergaminhos e uma vassoura novinha que ela havia ganhado de aniversário da madrinha. Vestiu uma blusa branca e uma saia, prendeu os cabelos e calçou sandálias. Estava pronta para o começo do ano letivo na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, mas ainda faltava muito tempo para o embarque na plataforma. Chloe desceu as escadas, procurando não fazer nenhum barulho e chegou até a cozinha onde engoliu o cereal rapidamente, antes que alguém pudesse notar sua presença.
Ela já ia saindo pela porta, quando lembrou da menina adormecida, a quem ela devia explicações sobre seu futuro sumiço. Entrou no quarto e sacudiu levemente uma garota loira que aparentava ter uns 11 anos de idade.
- Mel? - perguntou Chloe, baixinho
- Ah? Oi...Chloe? - Melanie abriu os olhos devagar e encarou a irmã.
- Oi, maninha! Só vim dizer adeus, estou indo para Hogwarts.
- Mas...que horas são?
- São cinco e meia da manhã
- É cedo, Loe!
Chloe franziu a testa. Odiava ser chamada de Loe.
- Mas eu vou passear um pouco e ainda tenho que passar no Beco Diagonal para fazer compras. Faltaram dois livros e...
- Papai vai ficar uma fera!
- Se Richard perguntar, diga que fui para casa de Mirella, tudo bem?
- Tudo, então...você vai me escrever?
- Claro que sim, Mel!! Toda semana. E ainda vou te mandar um monte de presentes!
Melanie sorriu e abraçou a irmã
- Vou estar esperando...sabe...não vai ser fácil agüentar papai e a Ivy sem as suas piadas!
- Você é forte, maninha! Tenho certeza que pode!
- Você vem passar o Natal aqui?
Chloe fechou os olhos e parecia estar pesando os prós e contras.
- Eu...bem...não, Mel.
- Por quê? Por favor, Loe!!!
- Eu vou pensar!!
- Tudo bem...obrigada e...boa viagem para você...
- Pode deixar.
Chloe abriu a porta de casa, carregando o malão e a gaiola de Dalila. Puxou a varinha e estendeu, quando chegou perto da rua. Em alguns segundos, um ônibus roxo surgiu e a garota entrou sem nem ao menos pensar duas vezes.

:: Enviado por Chloe Turner - 18:46:13 ::
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terça-feira, 23 de agosto de 2005

O lugar estava cheio: não era à toa que o Quadribol era o esporte mais famoso do mundo bruxo. Dois grandes olhos verde-claros fitavam cada parte da loja que conseguiam alcançar por cima de cabeças estranhas. Logo, Nari avistou o que procurava: os novos Livros dos Recordes do Quadribol, expostos em uma prateleira cheia com capas azul-elétrico e letras laranja-vivo. Os longos cabelos louros cacheado esvoaçando atrás de si, ela correu para a estante e segurou um exemplar nas mãos; seus olhos brilharam de excitação, faziam três semanas que ela esperava por esse livro.

Nari olhou em volta. Ainda não encontrara ninguém conhecido no Beco Diagonal, infelizmente. Esperava ver Renan fazendo suas compras naquele dia, mas não, nem sinal da amiga. A loira balançou a cabeça. Sempre tinha que ir ao Beco com o pai e com o irmão, Lucca: sua mãe estava sempre trabalhando, e ela entendia que a função de Addie McGollon era importante para o St. Mungus.


- Pai, por que é que eu não poderia ter vindo com a Renan? perguntou ela à Emerick, que se postava ao seu lado.

- Porque eu também preciso fazer coisas aqui, Nari. Ah, eu vou até a saída, isto aqui está muito cheio e eu preciso ir à Floreios e Borrões procurar alguns livros para a minha pesquisa, acrescentou ele, saindo de perto da filha e indo para a porta.


Nari suspirou e viu Lucca abrir uma caixa perto dela e tirar alguma coisa lá de dentro. Não deu atenção à ele, seu irmão era demasiado grande para saber no que deveria ou não mexer. De repente, saído não se sabe de onde, um balaço começou a sobrevoar as cabeças das pessoas, que gritavam desesperadas e corriam o mais rápido possível com toda aquela gente amontoada. Assutada, Nari se obrigou a pensar em algo para pegar o balaço; sorriu por dentro, pois pensar sob pressão era muito fácil para ela. Seu rosto delicado se voltou para uma grande pilha de caixas onde em uma placa lia-se: "Guarda-bastões em Promoção".

A garota deu a ordem - trancar a bola dentro de uma das caixas de madeira no momento que esta estivesse próxima ao chão - a um dos funcionários da loja, e saiu correndo atrás do balaço, tentando empurrá-lo para perto da armadilha. Estava conseguindo conduzi-lo em direção ao homem preparado com o Guarda-bastões na mão, a loira concentrada, quando...
BAM.

Alguma coisa colidiu com a corvinense, tão forte que esta caiu no chão em cima dela. Quando abriu os olhos, muitas estrelinhas brancas brilhavam defronte a seus olhos. Um rosto bonito de garoto se formava logo à sua frente, os cabelos compridos e negros caindo displiscentemente nos olhos escuros.


- Sheik? perguntou ela, piscando os amendoados olhos verdes.

- Que bom, você está bem, Nari, falou Kysen, aliviado. - Achei que tinha machucado você.

- Eu bati em você?! exclamou a garota, horrorizada. - Desculpe, Sheik! Estava tentando pegar aquele balaço estúpido, nem vi por onde andava...

- Tudo bem, eu também não estava olhando, por isso nos chocamos, disse o rapaz.


Ele estendeu a mão e puxou Nari de modo que ela ficasse em pé à sua frente. Ela olhou para o local para o qual estivera seguindo antes de se chocar com o amigo; ali estava um homem com o uniforme da loja, segurando uma caixa relutante que se debatia: ele conseguira capturar o balaço.

Os próximos minutos foram seguidos de palavras sobre irresponsabilidade, vindas do sr. McGollon, que acabara de chegar para verificar a situação. Nari de repente compreendeu que fora Lucca quem soltara a bola, e olhou com fúria para ele. O irmão se desculpou e a bronca do pai desviou-se para ele. Logo em seguida, o pai dos dois foi ao encontro de uma mulher que parecia ser a mãe de Kysen; parecia tranqüilizá-la. Os dois adultos voltaram para dentro da loja.


A sra. Amoy Horpais se ofereceu para levá-la para terminar as compras, Nari, explicou Emerick. E também me convidou à um pré-lançamento de um livro, o qual comparecerei com prazer. Juízo, filha, finalizou ele, e saiu da Artigos de Qualidade para Quadribol, puxando Lucca pelo braço.

- Bom, agora temos que nos virar, não é? brincou Sheik, apontando para a confusão de materiais esportivos dentro da loja.



* Por Nariman Wendel McGollon e Kysen.

:: Enviado por * - 08:39:54 ::
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segunda-feira, 22 de agosto de 2005

Era uma mansão grande até para os padrões bruxos e muito luxuosa, que de fora parecia pertencer a bruxos poderosos e aristocráticos. Essa era a visão de fora, porque dentro uma jovem corria te um lado para o outro procurando sua bota.

- MÃE, NÃO CONSIGO ACHAR! ONDE VOCÊ FALOU? - Cal gritava do seu quarto - Droga de casa grande! Tudo se perde!

- Anda Callista ou vamos chegar lá já no anoitecer! - Seu irmão estava encostado do parapeito da janela e ria da cena.

- Então faz algo de últil e me ajuda Tim!

- Claro que ajudo! NANIIIIIII!! - Com um estalo uma elfa envolvida em trapos que até seriam considerados limpos para um elfo-doméstico chegou. - Nani, a Cal tá deseperada pela bota dela. Você sabe onde está?

A elfa entrou no closet e saiu com a bota na mãe sorridente com o trabalho bem feito.

- Obrigada Nani. Vamos agora?

- Meu herói... Vamos!

Em poucos minutos os dois entraram na lareira da sua casa e saíram no Beco Diagonal. Era impressionante como as ruas estava cheias, parecia que todos tinham deixado para comprar no último dia.

Um pouco mais a frente Cal viu Juliet conversando com Kysen e foi dar um beijo na amiga. Após alguns minutinhos de conversa e alguns puxões do irmão ela se despediu dos dois, pois tinha que comprar muita coisa ainda e mal tinham chegado no Beco.

- Juli, então nos vemos no trem né? Tenho tanta coisa para te contar! A viagem foi MARAVILHOSA! - Callista sorriu brincando. Ao ver o olhar do irmão, brincou mais. - Não adianta me olhar assim que não é para você saber, "papai".

Juli e Kysen riram e se despediram, eles aidna não tinham decidido se iriam para "Artigos de Qualdiade para Quadribol" ou "Floreios e Borrões". Ao chegarem no Floreios e Borrões Tim já estava perguntando o por que da brincadeira dela.

- Qual o problema? Algo que a Juli não deveria ouvir?

Antes que respondesse, dois rapazes da chegaram falando com ele.

- Fala Tim! Sumiu nas férias! Oi Cal... - um rapaz loiro com o cabelo arrepiado tinha parado na frente da grifinória.

- Oi Soren. - Ela sorriu de volta.

- Mané, você nem responde minhas corujas. Você perdeu uma festona! Por que você não foi? - falou um garoto alto que tinha os cabelos verdes.

- Eu estava viajando. Acho que a coruja se perdeu com a resposta. E Cal, por que você não vai indo separar nossos livros. A lista está com você mesmo...

- Agora eu tenho que sair para você conversar com SEUS amigos? - Callista saiu resmungando algumas palavras que deixariam algumas senhoras vermelhas...

- E você,Soren, saia de perto da minha irmã. Quantas vezes tenho que falar que ela não é para o seu bico. - E desse modo Tim começou mais uma discussão sobre seus amigos não olharem sua irmã.

Após uns 20 minutos Cal voltou com duas sacolas com muitos livros dentro.

- Como você está carregando tudo isso? - Soren perguntou já querendo ir ajudá-la, mas sendo segurando pelo colega.

- Magia, claro. O Vendedor ficou com pena de mim e fez tudo ficar mais leve. Tim, fica com tudo que eu vou ver um uniforme novo pra mim e depois vou me encontrar com a Liv para tomar um sorvete. Aparece DEPOIS disso, ok?

Callista deixou tudo com o irmão e foi saindo da loja rindo ao ouvir ele brigando com os amigos que a observavam saindo...

* Por Callista

:: Enviado por * - 12:45:09 ::
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domingo, 21 de agosto de 2005

"YACKTH!"
"O que houve, Max?"
"Você ainda pergunta, Rod?! Eu estava aqui, super tranqüilo, quando me chega você berrando, dizendo que o almoço está pronto. Como quer que eu reaja?!"
"O.k., então, Max. Mas pensei que não se importaria se viesse lhe dar um presente, considerando que só irei lhe ver nas próximas férias e seu aniversário é antes disso. Tome."

Meu padrinho disse me entregando um embrulho razoavelmente grande. Abri antes de agradecer, mania minha a qual meu pai repetia "Filho, agradeça antes, isso é falta de educação e de consideração.", isso que dar ter pai formado pela Lufa-Lufa. Dentro do embrulho, havia uma penseira. Linda, era toda em mármore com detalhes em ouro e prata, tudo de primeira qualidade.

"Putz, valeu, Rod!"
"Mas... Você sabe o que é isso?!" Ele fez cara de decepção.
"Sim, sei sim. A velha McGonnagal nos ensinou em Transfiguração. 'Como transformar pensamentos em imagens fora da cabeça'"
"Ah... Pensei que iria te surpreender. Já é mania lá em Oslo. A Noruega está crescendo no ramo da magia."
"Sim, sim... Agora acho que vou começar a guardar os materiais. Sabe, embarcarei amanhã cedo..." Comentei disposto a acabar com aquele papo que já sabia onde ia parar... 'Como a Noruega é maravilhosa... '.
"Não, não, Ginny me mata se você não for almoçar agora. Sua mãe já está uma fera comigo, imagina se não te levar agora?! Aproveitemos que vamos juntos e continuemos a conversar..." Calma, Max... As férias acabam amanhã...

Meu padrinho era legal, sabe. A pequena diferença de idade (E a beleza dele, que fazia com que todas as mulheres fossem para perto dele, e de mim conseqüentemente.) ajudava, mas de vez em quando ele enchia o saco falando da Noruega.

Entrei, minha mãe acabava de servir a mesa e reclamava:
"Não virei uma das editoras mais renomadas deste país para ficar servindo mesa" (Oh, minha mãe também era sonserina, e "ai" de quem reclamar dela!). "Roger Fierman! Precisamos de um elfo doméstico agora mesmo! E não me venha com aquele papo careta de que temos de liberta-los! Se você não arranjar um, eu mesma arranjo!"
"Ginny, chegamos, e pelo cheiro a sua comida parece deliciosa." Meu padrinho tentou amenizar.
"Oh, parece, Roderick? Que bom!" Ela chegou perto dos nossos ouvidos e disse bem baixinho. "Roger vai pensar que fui eu que fiz!!! Na verdade paguei um dinheirinho para a vizinha aí da frente e ela cozinhou para mim." Após essa declaração eu realmente pensei em nós continuarmos a pagar a vizinha. A comida estava magnânima.

Após o almoço, subi, tomei uma bela de uma ducha e então deitei na cama para cochilar um pouco. Acordei só a noite para arrumar as malas e então, curtir a noite deitado no jardim.

"Maximillian Fierman! Já para dentro! Quer ficar doente e não ir para a escola?!" Subi e pulei a janela, estava decidido a dormir no jardim, sob o olhar das estrelas.

:: Enviado por Max Fierman - 10:58:53 ::
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sábado, 20 de agosto de 2005

O sol se escondia por detrás das montanhas no horizonte. Mirella pulou do cavalo e o levou até a baia. Afagou-lhe a fronte e correu para dentro de casa. A avó preparava o jantar, o avô assistia ao noticiário trouxa. Kendall lustrava sua vassoura sentado no último degrau da escada que levava ao andar de cima.

Mirella passou pelo irmão se lhe dar atenção e correu para o dormitório. Precisava tomar um banho e terminar de colocar a pilha enorme de livros dentro do malão. Era o último dia de férias. Na manhã seguinte, o Expresso de Hogwarts estaria à sua espera na estação 9 ¾, austero e imponente, repleto de alunos barulhentos.

A garota ligou o chuveiro e deixou a água correr por cima dos ombros. Passaram-se duas semanas desde o encontro com Marthín. Ele havia se tornado um belo rapaz. Distinto, inteligente, honrado, trabalhador... Mirella enumerava as qualidades do futuro noivo, tentando convencer a si mesma que ele era a melhor opção. Entretanto, toda vez que a menina perdia o controle de seus pensamentos, sua mente teimava em viajar centenas de quilômetros, em direção ao garoto da escola. Por que ela sentia borboletas e vagalumes no estômago toda vez que o via? Por que ficava muda, com as mãos gélidas e começava a gaguejar?

Mirella mudou a temperatura da água. Um banho frio era bom pra espantar esses pensamentos. Tinha absoluta certeza que precisava controlar seus impulsos. Era com Marthín que iria se casar, isso já estava decidido há quatorze anos. O pai a mataria se sonhasse que ela pudesse pensar em não cumprir o prometido.

Quando voltou para o quarto, Thalassa estava à sua espera no parapeito da janela. A coruja dourada trazia um pergaminho enrolado e um embrulho atado à pata. Mirella reconheceu a caligrafia. Era de Marthín.

Para minha amada
Com votos de um excelente ano letivo
M. Rockenbach


A garota abriu o embrulho. Dentro dele, havia uma caixinha. E dentro desta, um diário. Mas não parecia um diário comum. Alguma coisa estranha acontecia, mas Mirella não foi capaz de compreender o que era. Uma música tocava muito longe, uma música antiga, com notas líricas. Inebriante. Maravilhossa. Parecia hipnotizante. O grito da avó no andar inferior fez a garota sair do transe.

O jantar estava servido.

Mirella colocou o diário cuidadosamente entre dois conjuntos de vestes no malão e o trancou. Estava pronta para voltar à escola.

:: Enviado por Mirella Zellweiger - 00:08:48 ::
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sexta-feira, 19 de agosto de 2005

Uma Nimbus 68 pendurada na parede, um brasão vermelho ao fundo. Pôster da última conquista do time egípcio de quadribol, recortado de um jornal da época. Um malão em completa desordem aberto em frente ao armário, enquanto o dono dele examinava a própria face atentamente no espelho, alisando o queixo.


- Não adianta procurar, não tem nada aí não! Diz o rosto risonho de uma menina, aparecendo repentinamente no lugar do reflexo de Kysen.

- Juli! Co...como você conseguiu fazer isso? Pergunta surpreso, se recompondo da melhor maneira possível.

- Eu passei a poção da Juliet aí, enquanto você dormia como um hipopótamo no Nilo! Responde a voz infantil de um rostinho moreno que surgiu ao lado do de Juliet, contrastando com a palidez da amiga.

- Ísis, quando você chegou? Cadê a mamãe? Onde vocês estão? Pergunta o rapaz, duplamente surpreso de ver a própria irmã com a colega.


O rosto da sra Horpais substitui o das duas meninas:


- Kysen viemos acompanhar sua Tia Nazira para o pré lançamento da tradução do livro. Está sendo aqui na casa dos Dorthly, você vir pela rede flu pra cá. A gente aproveita e vai comprar o material de vocês no beco diagonal.

- Estou indo!


Abandonando os fios de barba imaginários, ele põe uma roupa mais adequada enquanto desce a escadaria em direção ao escritório do pai. Tomando um punhado do pó multicolorido no pote em forma de pirâmide sobre a lareira, solta-o no fogo, que muda de cor passando a arder em câmera lenta.


- Dorthly's Garden!

O quadro do clã Amoy-Horpais observou o fogo subir, envolvendo todo o corpo do primogênito do embaixador do Egito, baixando drasticamente sem deixar vestígios do estudante.

Kysen sai na lareira da casa dos Dorthly, meio enjoado com a viagem via flu.


- Ky!!! Grita uma menina de seus oito anos, se jogando nos braços do cambaleante grifinório, que acaba caindo deitado no tapete em frente a lareira.

- Ísis! Como vão as coisas no Cairo? Diz, ao recuperar-se do impacto.

- Sua tia estava com saudades de você! Diz Nazira, ajudando a erguer o sobrinho do chão e dando um abraço. Isso sem falar nas suas irmãs..





Juliet acompanhava o reencontro dos irmãos do alto da escada. Onde estava seu pai? Ele ainda não havia chegado, a casa estava cheia de bruxos que acompanhavam as pesquisas de Nazira Iztil Horpais.

Olhando rapidamente pela janela, ela vê o autor aparatar na esquina e abre um sorriso. Ele voltara a tempo! Correndo para o quarto, ela vai buscar o que vinha preparando para ele...



* Por Juliet Winchell Dorthly e Kysen Amoy Horpais

:: Enviado por * - 12:08:46 ::
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quinta-feira, 18 de agosto de 2005

Era noite e numa determinada residência de Londres, uma garota de longos cabelos negros e olhos muito azuis estava ocupada. Separava roupas, livros e pertences para embarcar no dia seguinte. Mais um ano escolar estava por vir.
Seus livros, no entanto, eram diferentes dos da grande maioria dos estudantes da sua idade. Eram livros sobre feitiços, ervas mágicas e poções, entre outros. Suas vestes eram escuras, com detalhes em vermelho e dourado. E também havia no seu quarto uma coruja, uma gata persa, uma vassoura e uma varinha mágica.
Liv Spellman acomodou tudo no seu malão (exceto os animais e a vassoura) e sentou-se em sua cama. Uma bela senhora muito loura e de olhos azuis como os da menina entrou no quarto. Sentou-se ao lado da jovem em cima de sua cama. Trazia nas mãos uma pequena caixa.

- Tudo pronto para amanhã, Liv?
- Sim, mamãe - disse a garota alisando o pêlo macio da gata.
- Bom, acho que já está na hora de lhe dar isto aqui.

Entregou a caixinha para a filha, que a abriu. Dentro dela reluzia um anel com uma grande pedra azul clara. A menina arregalou os olhos, e encarou a mãe.

- Esse é o anel que vem passando pelas mulheres de nossa família há muitas e muitas gerações. Ele guarda muitos poderes, alguns ainda desconhecidos. Pode melhorar a sua percepção extrasensorial e te ajudar nas horas de apuros. Agora ele é seu. Use-o bem.

Liv pegou-o colocando em seu dedo. Sentiu um calor brando no corpo e uma sensação de rodopio. Depois, tudo serenou.

- Agora vá dormir, temos todos que levantar bem cedo para levá-la a King's Cross.

A senhora pousou um beijo na testa da filha, que se recolheu debaixo das mantas e ficou contemplando, embevecida, o seu presente.

:: Enviado por Livspellman - 17:04:27 ::
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sexta-feira, 12 de agosto de 2005

Agradecemos a todos pelas inscrições.
Na próxima semana, the magic begins! ^^

:: Enviado por Livspellman - 13:13:14 ::
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